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    14/08/2019 10h11 - Atualizado em 14/08/2019

    Leitor: Maconheiros

    A Praça da Matriz de Passos foi invadida por maconheiros. Em pouco tempo será a vez dos craqueiros. Depois não terá mais jeito.

    Os traficantes vão montar suas bocas de fumo, de crack e outras drogas em algum canto da praça. Bem nas barbas da Polícia Militar, que tem uma companhia ali, na mesma praça.

    Essa turminha fica numa boa nos bancos de frente ao chafariz que, por milagre, foi reativado pela prefeitura. Só que os cidadãos não podem usufruir dessa coisa boa ali na Praça da Matriz, porque é difícil suportar o mau cheiro e o mal que a fumaça da maconha causa.

    Os médicos já afirmaram que é mais tóxica que a do cigarro e essa droga, que parece inofensiva, causa esquizofrenia com o passar do tempo. E quem anda fumando essa coisa ali na Praça da Matriz, nas barbas da PM, são jovens. Bem jovens.

    O comandante do batalhão bem que podia mandar seus comandados a fazer policiamento nas praças. 

    O delegado regional da Polícia Civil deveria mandar seus investigadores descobrir quem anda fornecendo droga para esses jovens. 

    Os pais desses jovens deveriam vigiá-los mais. Uma vez perdidos para as drogas, adeus! 

    O prefeito deveria mandar o pessoal de urbanismo cuidar das praças.

    Os jardins precisam de manutenção, com jardinagem periódica e limpeza.

    Os marginais gostam de lugares abandonados. E nossas praças estão abandonadas, prefeito!


    C.H. Maia – Passos/MG 

    Preocupação com a Amazônia
    O que há de real na preocupação com a Amazônia, demonstrada pela comunidade internacional (entenda-se: decadentes potências europeias), turbinada por dados de consistência polêmica, divulgados até por instituições nacionais?

    Desejo incontido de preservar o meio-ambiente global, catalizado por declarações intempestivas do presidente?

    Pouco provável, pois tal objetivo nunca fez parte do seu contexto histórico, recheado de regimes de colonização raivosa, sem o mínimo respeito à natureza, que vigoraram durante quase 500 anos, caracterizados pela exploração sem limites dos povos dominados e que serviram para manter o fausto das respectivas aristocracias.

    Certamente, e mais próximo de um cenário concreto, há interesses escusos relacionados com prospecção do subsolo e com fontes de desenvolvimento da indústria farmacêutica, dinamizados por ONG's cujas missões até hoje constituem enigmas para o povo brasileiro.

    Por que príncipes ingleses (logo eles!), num rompante de amor de aluguel à humanidade, exibem tanto interesse pelo que lá ocorre?

    Qual o verdadeiro objetivo do financiamento oriundo daqueles civilizados governos, direcionado à região, sem controle das autoridades locais?

    São algumas das questões que precisam ser esclarecidas à sociedade brasileira e divulgadas pela parcela honesta da mídia.


    Paulo Roberto Gotaç - Rio de Janeiro/RJ 

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