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    14/08/2019 08h56 - Atualizado em 14/08/2019

    Dia a Dia: Caminhando lado a lado

    Sebastião Wenceslau Borges - Especial para a Folha

    Estamos vivendo entre os dias 11 e 17 de agosto a “Semana Nacional da Família” com o tema: “A Família como vai?” Vale lembrar a importância das nossas e refletir que Pai, Mãe e Filho são figuras que entrelaçam a Família através das gerações. É a Família a escola que educa o Filho para suas responsabilidades, suas virtudes, seu caráter, e faz com que ele venha tornar- se um homem útil à sociedade.

     


    As modificações cada vez mais velozes proporcionam mudanças em nosso estilo de vida no viver em Família, às vezes de forma positiva ou negativa. Em muitos lares há problemas e muitas vezes a criança fica sem carinho, sem amparo e sem o aconchego familiar. Também de nada adianta uma Família ter todo conforto dentro de casa, boa alimentação, roupas elegantes, brinquedos caros se falta diálogo, se todo mundo se agride e se magoa.

     


    A Família é a primeira escola para o crescimento equilibrado da criança, do adolescente e do jovem, onde os Filhos aprendem que os Pais são os primeiros mestres, e através de seus exemplos aprendem os valores, os princípios de vida, as virtudes humanas e cristãs.

     


    Há tantas coisas simples na vida, hoje esquecidas pela pressa de nossa rotina, como um abraço na chegada, um beijo na despedida, um sorriso, um olhar alegre, o companheirismo, um diálogo amigo, ser solidário. Até mesmo um momento simples como compartilhar um jantar em paz são conquistas e riquezas de uma Família!

     


    Pe. Adalíbio Barth em seu livro ”Histórias Para o Bem-Viver” nos fala sobre a Família: “Um célebre pintor, que havia realizado vários trabalhos de grande beleza, certo dia, convenceu-se de que ainda lhe faltava pintar a sua obra-prima. Procurando um motivo para realizar seu sonho, pôs-se a caminho, pensando na pintura que pretendia fazer.

     

    Encontrou um sacerdote que lhe perguntou para onde se dirigia. – Não sei! – respondeu o pintor-. Quero pintar o quadro mais belo do mundo. Talvez o senhor possa me orientar. – É muito simples – falou o sacerdote-. Em qualquer igreja ou crença, você achará o que procura: a fé é a coisa mais bela do mundo. O pintor prosseguiu sua caminhada. Mais tarde passou por uma jovem, e perguntou a ela qual era a coisa mais bela do mundo. – O amor! – replicou ela-.

     

    O amor torna as coisas bonitas, suaviza as lagrimas, encoraja os desanimados. Enfim, sem amor não existe alegria na vida. O pintor continuou sua procura. Ao encontrar um soldado exausto, perguntou-lhe: - Qual a coisa mais bela do mundo? O soldado respondeu: - A paz! A guerra é a coisa mais feia. Quando encontrar a paz, pode ter certeza de que encontrou a coisa mais bela do mundo. Fé, amor e paz. Como poderei pinta-los? – pensou tristemente o artista.

     

    E bastante desalentado, tomou o rumo de sua casa. Ao encontrar a própria família, deu com o que procurava. A coisa mais bela do mundo se encontrava ali: nos olhos de seus filhos brilhava a fé; o amor, no sorriso da esposa; e a paz que lhe falara o soldado morava em seu lar. Dessa maneira, o pintor realizou o seu sonho: fez o quadro com a coisa mais bela do mundo. E, uma vez concluído, assim o denominou: Minha Família”.

     


    Como nos mostra esse texto, a beleza de uma Família não precisa estar dentro de uma mansão, ter muito dinheiro, carro do ano, viagens e passeios caros... O valor está no caminhar de mãos dadas, no brilho de um olhar com amor, nas palavras que consolam, na educação dos filhos, na paz do dia a dia, na dedicação e compreensão, estar juntos e compartilhar momentos de rir, sonhar, chorar, ou em um papo em volta da mesa com todo afeto familiar, exalando pelo ar o cheiro gostoso de um café preparado com carinho pela Mãe!

     


    Inegavelmente a alegria mais profunda, a realização mais completa se encontra e se usufrui no ambiente de intimidade familiar de Pais e Filhos quando todos caminham lado a lado, de mãos dadas, trilhando a mesma estrada no dia a dia com harmonia e alegria.
    Enfim, olhando retratos pelas molduras da memória, penso que as Famílias poderiam ser eternas!

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