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    20/07/2019 11h54 - Atualizado em 20/07/2019

    Brasileiros diminuem consumo de açúcar refinado, carne vermelha e refrigerante

    27% dos lares declaram ter feito mudanças na alimentação, aumentando o consumo de frutas, sucos naturais e diminuindo o consumo de carne vermelha, açúcar e refrigerante

    O brasileiro está mudando seus hábitos alimentares dentro de casa. Estudo revela que 389 mil domicílios deixaram de comprar açúcar refinado, carne vermelha e refrigerante. O aumento de frutas naturais, entre sucos e alimentos sem aditivos químicos, menos refinados, passou de 6,9% para 10,6% o consumo em um período no final do ano passado ao início de 2019.

    ''Hoje em dia, muitos estão procurando a nutrição para melhorar a qualidade de vida. Alguns chegam encaminhados da academia. Na maior parte, outros vem com encaminhamento médico em caso de alguma patologia: pressão alta ou diabetes'', comentou a Nutricionista Dayana de Paula, 31, Itauense, explicando o direcionamento de um nutricionista com o paciente, que atende em consultas particulares na clínica Cion, no Edifício Humana em Passos.

    Aproximadamente 80% dos pacientes que Dayana atende não consomem progressivamente na rotina refrigerante e açúcar depois de iniciar o tratamento. Quanto ao consumo de carne, do ano passado a fevereiro deste ano, houve o aumento de aproximadamente 5% de pessoas que deixaram de consumir. Na maioria dos que buscam tratamento, são adultos de 20 à 40 anos, na melhoria na composição corporal. ''As pessoas hoje estão mais cientes da importância da alimentação como prevenção de várias patologias. Hoje em dia as doenças que mais matam no país estão relacionadas com estilo de vida'', detalhou a nutricionista sobre o corte de alimentos feito pelo brasileiro.

    Em receita de trabalho, o atendimento de Dayana funciona com consultas onde se faz uma pesquisa detalhada sobre o consumo e comportamento alimentar. Dentre os hábitos de saúde, como: sono e atividade física. A análise da composição corporal para traçar um objetivo alinhado à saúde e objetivo pessoal do indivíduo e pedidos de exames bioquímicos (exames feitos em laboratório) para avaliar a saúde em geral.

    Em posiçao contrária, 20% são as pessoas que a nutricionista atende que chegam para iniciar o tratamento com o maior consumo de carne vermelha, alimentos requentados, refrigerantes e açucar refinado na rotina, que opitam nas consultas pelas mudanças de hábitos. Esses cortes, as mudanças de costumes ou introdução a regulamentação alimentar, foca na modificação. Sempre que para mudar a alimentação é necessário mudar a mente. A nutrição trabalha com ferramentas de novos comportamentos que auxilia bastante o processo. ''Acredito que é um processo de reavaliar os hábitos e comportamentos diante da comida. Diferente das dietas radicais, que demonizam alimentos ou grupos alimentares (gordura, carboidrato, etc.), eu acredito em uma nutrição que melhora a relação do cliente com a comida'' explicou Dayana.

    A regulamentação alimentar se baseia em uma avaliação do consumo e do grau de dependência do alimento (dependência emocional ou fisiológica), variando também, de cada pessoa e de dependência que ela tenha de determinado alimento. Traçando a melhor estratégia para a retirada, sendo por substituições ou diminuição do alimento da rotina, ou definição de dias específicos para o consumo, tais como de horas em horas. A nutrição tem outras características e de objetivo o tratamento de alinhar a rotina da pessoa com uma alimentação que ela consiga seguir a longo prazo, sempre com o foco na saúde. 

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