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    13/07/2019 13h19 - Atualizado em 13/07/2019

    Armani, o queridinho de Hollywood

    Giorgio Armani entra na exclusiva galeria dos estilistas que continuaram a trabalhar após 80 anos, caso de Karl Lagerfeld e de Pierre Cardin (ainda à frente da sua marca, aos 90 anos)

    Um dos mais importantes e populares estilistas do mundo, o italiano Giorgio Armani completou, neste inicio de julho, seus 85 anos. O fato ganha um diferencial bacana, quando sabemos que ele continua à frente da sua marca – tanto na criação, quanto na administração.
    Com esse potencial se desdobrando em vários segmentos (além das roupas, tem hotéis, perfumes e até um museu), ele acabou sendo também um dos ‘fashion designers’ mais ricos do mundo.
    Ele chegou a fazer curso de Medicina nos anos 1950, mas deixou para trabalhar como vitrinista da loja Rinascenti (que ainda existe ao lado do Duomo, em Milão), depois com assistente do estilista Cerutti e, nos anos 1970, com sua própria marca – ao lado de um amigo e administrador, que faleceu nos anos 10980.
    Ao tornar-se o queridinho de Hollywood (o estouro foi com o filme ‘Gigolô Americano’, onde Richard Gere vestia Armani do principio ao filme), também ganhou o mundo. E revolucionou a moda masculina, tornando-a mais leve, livre e solta.
    Com essa nova idade, Armani entra na exclusiva galeria dos estilistas que continuaram a trabalhar após 80 anos, caso do Kar Lagerfeld (que morreu em março) e de Pierre Cardin (ainda à frente da sua marca, aos 90 anos).
    Moda é (também) paixão pela vida!

    LADY GAGA É MARCA
    Lady Gaga anunciou em entrevista para a Business of Fashion, a chegada de sua nova linha de cosméticos, a Haus Laboratories, que será vendida na Amazon a partir de setembro deste ano. Para começar, a cantora apostou em três produtos voltados para diferentes partes do rosto: lábios, olhos e bochechas, com seis famílias de sombra para cada uma. A pré-venda inicia em 15 de julho, com a possibilidade de comprar um kit com os três por US$ 49 (R$ 185, na cotação atual). A cantora anunciou a marca em um vídeo de um minuto no YouTube, no qual diz para seus clientes amarem a si próprios e que “a beleza é como você se vê”.

    MUITO TULE, BORDADOS
    Paris viveu na última semana de junho um dos mais importantes acontecimentos do país: a Semana de Alta-Costura. Instituição mais famosa e promocional do que qualquer um de seus programas turísticos e comidas famosas. Curiosamente, o termo haute couture não nasceu de um francês, mas do costureiro inglês Charles Frederick Worth, que, em 1858, realizou em sua maison o primeiro desfile de modas cujas características continuam mantidas até hoje. Em lugar de cabides, para mostrar suas criações ele usou modelos, e desde então o termo goza de proteção jurídica, mas é usado em todos os países onde costureiros produzem vestuários dessa qualificação. Apesar de a freguesia ter encolhido nos últimos anos, o sistema de trabalho continua o mesmo. Uma vez desfilada, a roupa torna-se única, é reproduzida sob medida, quase sempre a mão, mesmo depois do progresso do maquinário usado pela moda, prêt-à-porter, por exemplo. A novidade que se renova a cada ano, é que as apresentações não estão usando as tradicionais passarelas.

    34 GRIFES
    Atualmente, o seleto grupo é composto por 34 grifes (entre outras, Christian Dior, Chanel, Elie Saab, Givenenchy e Valentino). Na época da Segunda Guerra Mundial, criou-se uma série de exigências para preservar a alta-costura na França, porque Hitler queria que ela migrasse para a Alemanha. Nessa época, para fazer parte do clã, não bastava fazer roupas sob medida e ter a empresa sediada em Paris, era preciso que o ateliê se localizasse no Triângulo de Ouro (três avenidas luxuosas de Paris) e em prédio próprio, apresentando 20 funcionários no ateliê e 50 looks por temporada. E isso durou até 2001. Hoje, o número de funcionários e looks é secundário, mas o luxo e exclusividade se mantêm. 

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