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    12/07/2019 12h12 - Atualizado em 12/07/2019

    Leitor: Incêndio nos canaviais

     A pergunta que não quer calar: Onde estão os órgãos que defendem a natureza, a população e a cidade?
    Queimar canavial é proibido, assim como qualquer outro tipo de plantação. Mata os animais, danifica a terra, a fumaça polui o ar que respiramos, a fuligem alem de provocar vários tipos de câncer, suja nossas casas, quintais, ruas e jardins.
    É um absurdo que todo ano nessa época sofremos com os efeitos dessa irresponsável prática.
    Os postos de saúde estão cheios, toda população sofrendo, e como se não bastasse, nessa época, os reservatórios de água estão com níveis baixos, e o consumo de água aumenta também, pois é impossível varrer a fuligem com vassoura, somente com água usar água tratada dói, pois é cara a cada vez mais rara.
    Quem será por nós? O Ibama? O Ministério Público? A câmara dos vereadores? Enfim, o poder da moeda nunca poderá estar acima da lei.

    César de Pádua Amorim – Passos/MG

    Fundo eleitoral
    Em tempos de vacas magras e sapatos apertados, reforma da Previdência costeando o alambrado do sofrido trabalhador e aposentados, na pele do homônimo da Receita Federal, o dissimulado deputado federal Cacá Leão (PP/BA), candidato derrotado a prefeito de Lauro de Freitas (BA), em 2004, ora relator da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), avançando sobre o vazio prato do pobre contribuinte, deu parecer favorável ao aumento do fundo eleitoral, de R$ 1,7 bilhão para R$ 3,7 bilhões, visando ao financiamento de campanhas de candidatos a prefeito e vereador em todo o País em 2020 – são 5.570 municípios, e o número de candidatos é muito grande, justificou descaradamente o mal-aventurado relator. Deputado, pari passu ao seu argumento, papai Noel confidenciou aos meus netos que no certame de 2022 o referido fundo voltará ao já absurdo R$ 1,7 bilhão, vez que o número de candidatos será extremamente menor. Será verdade? Disse-lhes ainda o bom velhinho, isso é fato, que o presidente Jair Bolsonaro pouco gastou em sua campanha à Presidência, etc. Alô, Lauro de Freitas, o faminto Leão está voltando, cheio da grana, hein.

    Celso David de Oliveira - Rio de Janeiro/RJ

    Inquisições
    O assunto sobre as possíveis conversas entre o ex-juiz Sergio Moro e os procuradores da Operação da Lava Jato já chegaram ao limite do tolerável. Além das “inquisições” da politicalha – onde vários respondem pelos crimes cometidos –, ainda não estão satisfeitos. Basta perguntar ao povo de bem se preferem Sergio Moro liquidando de vez com a corrupção no País ou Gleisi Hoffmann, Glauber Braga, Jacques Wagner e toda a tigrada petista, para essa missão. Para a resposta, nem haverá a necessidade de uma “bola de cristal”.

    Júlio Roberto Ayres Brisola - São Paulo/SP

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