• Assine (35) 3529-2750

    Fale Conosco contato@folhadamanha.com.br

    WhatsApp (35) 9 8829-8351

    ÁREA DO
    ASSINANTE
    ESQUECEU SUA SENHA?
    Você receberá em seu e-mai uma nova senha para login.
    

    Assine 35 3529-2750

    Fale Conosco contato@clicfolha.com.br

    WhatsApp 35 9 9956-5000

    
    10/07/2019 10h19 - Atualizado em 10/07/2019

    Nutricionista é fundamental

    Visitas regulares ao nutricionista se tornaram necessidade da população brasileira

    Aproximadamente 57% da população brasileira está com sobrepeso, 40% possuem índices de colesterol acima do indicado, 35% sofrem de hipertensão e 7% são diabéticos. Em todos esses casos, o acompanhamento de um nutricionista é fundamental durante tratamento.
    Manter uma dieta saudável com o acompanhamento de um nutricionista é o desejo de muitos brasileiros. Eles sabem que ser acompanhado pelo nutricionista é o cenário ideal para alcançarem seus objetivos, mas por diversos motivos acabam adiando esse projeto.
    Isso está para mudar em um futuro muito próximo. O que antes era somente um desejo, está passando a se tornar uma necessidade para uma parcela crescente da população.
    O aumento da população com sobrepeso aliado a crescentes casos de doenças crônicas como hipertensão e diabetes estão colocando o controle dos hábitos alimentares como uma prioridade para as pessoas. As pessoas, principalmente aquelas com problemas de saúde, reconhecem isso e por essa razão a procura por consultórios e clínicas especializadas em nutrição deve crescer nos próximos anos.
    A percepção das pessoas sobre o papel do nutricionista e o impacto na sua saúde. A maioria da população compreende a importância de possuir hábitos saudáveis de alimentação e reconhece que deveriam consultar regularmente um nutricionista.
    Um estudo realizado pela Associação Brasileira das Indústrias da Alimentação (Abia), com participação do educador físico Marcio Atalla, identificou que 92,4% da população considera que manter a alimentação equilibrada é o fator mais importante para se obter uma boa saúde, seguida da prática de exercícios físicos, com 85,6%. Segundo o mesmo estudo 93,9% da população tem interesse em alimentação saudável. Os motivos são diversos, desde estéticos até a prevenção, tratamento ou controle de doenças.
    O controle alimentar e acompanhado de nutricionistas é uma necessidade para a maioria da população brasileira. Um levantamento realizado pela Agência de Nacional de Saúde Suplementar (ANS) revelou que 53% da população brasileira está com excesso de peso, colocando o Brasil em segundo no ranking mundial de população com sobrepeso ou obesidade.
    Já a Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC) afirma que o colesterol elevado atinge cerca de 40% da população adulta no Brasil, representando aproximadamente 60 milhões de pessoas.
    O Ministério da Saúde realizou um estudo apontando que 35% da população sofre de hipertensão arterial e, o mais preocupante, cerca de metade das pessoas ainda não foram diagnosticadas.
    O Brasil é ainda o quarto país no mundo em número de diabéticos segundo o International Diabetes Federation (IDF). O Ministério da Saúde levantou que são cerca de 12,5 milhões de brasileiros, aproximadamente 7% da população que sofrem dessa doença.
    Em comum, todas essas pessoas possuem a necessidade de manter uma dieta equilibrada o que, a princípio, deveria significar uma rotina de consultas regulares ao nutricionista. Mas na prática não é o que acontece. Apesar de existir a demanda, os nutricionistas ainda sofrem com baixa procura pelos seus serviços.
    Atualmente existem cerca de 131 mil nutricionistas em atividade no Brasil segundo o Conselho Federal de Nutricionistas (CNF). Esse número de profissionais é muito inferior à demanda existente. Entretanto, é recorrente os relatos de nutricionistas com poucas consultas agendadas ou um baixo número de pacientes ativos.
    Segundo Denise Salvador, nutricionista funcional com 25 anos de experiência, o real motivo pode ser simples: “O principal fator são os valores das consultas, que acabam pesando no orçamento do paciente. Mas esse não é o único fator. Com o tempo notamos que durante o período entre uma consulta e outra, há uma diminuição significativa no entusiasmo das pessoas em manter o tratamento.”
    Esse comportamento também foi percebido por diversos profissionais que enfrentam taxas de desistência relativamente altas em suas clínicas e consultórios.

    Mais sobre a editoria

    Guia da Cidade
    INCLUA SEU ESTABELECIMENTO

    Assine (35) 3529-2750

    Fale Conosco contato@folhadamanha.com.br

    WhatsApp (35) 9 8829-8351

    © 1984 - 2019 Folha da Manhã. Todos os direitos reservados.
    Desenvolvido por Mediaplus