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    09/07/2019 09h19 - Atualizado em 09/07/2019

    Campos do Jordão: amor que sobe a serra

    Novos restaurantes, bares e os clássicos que todo mundo adora: veja o que fazer para aproveitar o friozinho na cidade serrana em julho

    Marina Azaredo - Especial para a Folha

    É difícil resistir ao charme de Campos do Jordão. A cidade mais alta do Brasil, com 1.628 metros de altitude média, tem uma vocação invernal capaz de conquistar até os maiores fãs do combo coqueiros + mar turquesa + água de coco, como esta repórter que vos escreve. Tudo começa pelo clima: no inverno, o frio serrano pode levar os termômetros a marcar temperaturas próximas a zero na madrugada. No resto do ano, a temperatura é agradável – nada de calorão, suor pingando no rosto e aquela moleza que dá as caras em dezembro.
    E o friozinho, não se engane, tem o seu próprio combo de sedução no lugar do mar azul-turquesa, entra a imponente Serra da Mantiqueira, que se estende por São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais. A Mata Atlântica substitui com louvor e exuberância os coqueiros das praias paradisíacas. E quem vai pensar em água de coco quando se tem vinho, cerveja artesanal e chocolate quente?
    É no inverno, principalmente em julho, que o turismo explode – só para o Festival de Inverno é esperado um público de 150 mil pessoas. Uma multidão em busca da atmosfera europeia, da boa mesa e, claro, do ver-e-ser-visto: muita gente se encontra na Vila do Capivari, seu principal reduto turístico. Além do mais, não há oportunidade melhor – geograficamente falando – para desfilar aqueles casacos que ficam guardados no armário o ano inteiro.
    Por isso mesmo, como todo bom destino turístico, a cidade, a 180 quilômetros de São Paulo, ganha novidades e atrações sazonais específicas para a alta temporada. Além de novos restaurantes, bares, hotéis, shows e baladas, há reformulações no que já existe, para atrair também antigos frequentadores.
    Recheado de construções no estilo enxaimel, o Capivari ainda concentra o fervo. Ali ficam restaurantes disputados, como o clássico Baden Baden, focado na gastronomia alemã, e endereços de guloseimas típicas, como a Sabor Chocolate, onde é possível degustar diversos tipos de chocolates produzidos localmente.
    Mas há cada vez mais opções também fora dessa região, que, a bem da verdade, não é lá muito autêntica – o estilo alpino foi apenas uma inspiração para os primeiros empresários locais, que construíram seus empreendimentos em uma época em que se valorizava mais o que era de fora, e não resultado de uma real colonização germânica.
    Ninguém nega o charme do enxaimel, mas a cara original de Campos do Jordão é outra: casas simples de madeira, com fogão à lenha na cozinha e um belo leitão caipira à mesa. Hoje, empresários atentos às mais recentes tendências de valorização do que é local lutam para recuperar e transformar essa história em mais um produto turístico da cidade.

    Trânsito
    Nesta temporada de inverno, Campos ganha, portanto, não apenas atrações no tradicional estilo europeu, mas também novidades que valorizam as suas raízes culturais e históricas. Não faltam ainda tendências quase onipresentes quando se fala em turismo, como as cervejarias artesanais. E uma boa nova também no trânsito: pela primeira vez será implantada a Operação Montanha, com faixas no contrafluxo e faixas reversíveis até 5 de agosto. O objetivo é garantir maior fluidez no trajeto entre Campos e São Paulo nos fins de semana.
    Novas e velhas atrações de Campos do Jordão são coroadas neste mês pela 50ª edição do Festival de Inverno, que ganha apresentações também de MPB e volta a ocupar um dos mais tradicionais hotéis da cidade. O Toriba, inaugurado em 1943, quando o turismo na região ainda era incipiente, receberá 12 concertos, quatro deles gratuitos. Confira a seguir as novidades desta temporada e o que sempre vale a pena rever na cidade. 

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