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    03/07/2019 08h47 - Atualizado em 03/07/2019

    O plano alimentar que permite chocolate e vinho

    Dieta sirt é uma proposta para emagrecer de forma rápida sem aderir a radicalismos na alimentação

    Em 2016, a dieta sirt ficou bastante conhecida pelo mundo com o lançamento do livro A Dieta Sirt, escrito pelos mestres em medicina nutricional Aidan Goggins e Glen Matten. O plano alimentar, que permite o consumo de vinho e chocolate, por exemplo (desde que contenha 65% de cacau ou mais), propõe emagrecer rapidamente, sem aderir ao radicalismo, por meio da ativação do ‘gene magro’.
    Porém, o emagrecimento foi um resultado secundário dentro dos estudos que deram início a essa onda de sucesso. Além disso, o ‘segredo’ da dieta sirt é semelhante a muitas dietas da moda: a baixa ingestão calórica. Esse fator, por si só, já possibilita a perda de peso.
    O médico nutrólogo Durval Ribas Filho explica que, a princípio, os benefícios da dieta sirt foram relacionados à longevidade e à redução de atividades oxidativas no organismo. Pesquisadores descobriram que as sirtuínas, proteínas que se dividem em sete tipos no corpo humano, favorecem o envelhecimento saudável por meio da neuroproteção, redução da secreção insulínica, cardioproteção e diminuição da formação de gordura.
    “A partir daí, percebeu-se que algumas substâncias estariam diretamente relacionadas a essa liberação de sirtuína. Uma delas, que ficou comprovada, foi os compostos polifenólicos, cuja estrutura química reflete na antioxidação celular”, afirma Ribas Filho, que é presidente da Associação Brasileira de Nutrologia (Abran).
    Assim, alimentos ricos em polifenóis, como chá verde, cebola, couve e café, ativariam a liberação de sirtuínas. Estas, ao mesmo tempo que preservam as células, atuam na redução de peso. Ainda assim, o especialista reforça que é a baixa ingestão calórica, principalmente nas primeiras semanas de adesão à dieta, que permite emagrecer de forma rápida.
    Segundo a descrição no site oficial, a dieta sirt permite perder peso rapidamente “ativando as mesmas vias do ‘gene magro’, normalmente induzidas apenas por exercícios e jejum”. A dieta ainda promoveria a perda de peso “sem sacrificar os músculos, mantendo a saúde ideal”. Os polifenóis, como ativadores das sirtuínas, seriam a chave do sucesso, incluindo na prevenção de doenças crônicas.
    Em 2017, Garry Williamson, professor da Escola de Ciências Alimentares e Nutrição da Universidade de Leeds, no Reino Unido, falou ao E+ sobre a ação dessas substâncias. “Polifenóis protegem do desenvolvimento de diabete tipo 2 e doenças cardiovasculares. Um dos problemas na diabete tipo 2 é o desequilíbrio no metabolismo do açúcar, e os polifenóis podem ajudar a manejar esse metabolismo”, explicou. Quanto às doenças do coração, ele esclareceu que parte delas ocorre por questões inflamatórias, e os polifenóis agem com efeitos anti-inflamatórios.
    Alguns alimentos que fazem parte da dieta sirt, ricos em polifenóis, são chá verde, chocolate amargo com 65% de cacau ou mais, cebola, frutas vermelhas, oleaginosas como avelã e nozes. O café também é um boa recomendação, além dos chamados sucos detox. No caso do vinho, Ribas Filho diz que, segundo estudos, 15 gramas de álcool por dia, cinco vezes por semana, são recomendados para a saúde cardiovascular.

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