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    15/06/2019 01h00 - Atualizado em 14/06/2019

    Chega ao mercado fragrância feita com inteligência artificial

    Se depender das intenções de um dos maiores grupos de perfumaria do país, os brasileiros passarão a andar por aí com um “cheirinho” de tecnologia. Isso porque a empresa começou a vender, nos últimos dias, uma nova linha de fragrâncias criadas com ajuda de inteligência artificial. Voltada para o público millenial, a linha nasceu a partir de uma parceria da empresa brasileira com a casa perfumista Symrise e a IBM, que colocou seu sistema Phylira à disposição da criação de novos perfumes. 
    “Ensinamos o computador o processo de criação de uma fragrância e inserimos dados sobre as mais de 3 mil matérias primas que usamos nos perfumes”, anunciou Jean Bueno, gerente de perfumaria da empresa, em novembro de 2018, quando a parceria foi anunciada. A inteligência artificial também recebeu informações sobre vendas e recepção do público nos últimos anos – afinal, a ideia era criar a fórmula perfeita. 
    Nas primeiras versões, as fragrâncias incluíam combinações pouco usuais – como jasmim, normalmente usado em perfumes femininos, em um produto unissex. Na combinação final, ingredientes como pepino e leite condensado foram misturados a frutas, flores, especiarias e madeiras. As duas fragrâncias estão presentes em duas linhas (“mais quente”, segundo a marca) e outra (“mais fria”), já disponíveis em produtos como colônia, gel pós-barba e hidratante corporal. 
    A empresa também viu vantagens no tempo de criação dos produtos: foram cinco meses de trabalho – normalmente, uma fragrância leva pouco mais de um ano para ser totalmente desenvolvida. Mas o próprio especialista reconheceu a diferença: “98% do trabalho foi da máquina, mas os 2% do perfumista foram fundamentais. É a sensibilidade dele que dá o toque final”, disse o executivo da empresa. Por enquanto, os empregos humanos respiram aliviados – e sem cheirinho de queimado vindo por aí.

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