• Assine (35) 3529-2750

    Fale Conosco contato@folhadamanha.com.br

    WhatsApp (35) 9 8829-8351

    ÁREA DO
    ASSINANTE
    ESQUECEU SUA SENHA?
    Você receberá em seu e-mai uma nova senha para login.
    

    Assine 35 3529-2750

    Fale Conosco contato@clicfolha.com.br

    WhatsApp 35 9 9956-5000

    
    30/05/2019 11h58 - Atualizado em 30/05/2019

    PIB da agropecuária deve crescer 0,6%

    O CRESCIMENTO DA ATIVIDADE DEVERÁ SER PUXADO PELA PECUÁRIA (3%), PARA A QUAL SE ESPERA AVANÇO em TODOS OS ITENS DA PRODUÇÃO ANIMAL, COM DESTAQUE PARA BOVINOS, SUÍNOS E LEITE

    O Produto Interno Bruto (PIB) do setor agropecuário do país deverá crescer 0,6% em 2019, conforme estimativa divulgada ontem pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Em fevereiro, o Ipea projetou aumento de 0,4%.
    Conforme o instituto, o crescimento deverá ser puxado pela pecuária (3%), para a qual se espera avanço para todos os itens da produção animal, com destaque para a produção de bovinos, suínos e leite. Para PIB da agricultura, o Ipea estima alta de apenas 0,1%, em decorrência da queda das colheitas como as de soja e de café - e apesar do incremento das produções de milho, algodão e laranja, por exemplo.
    O Ipea também divulgou ontem que o saldo acumulado das carteiras de crédito rural dos bancos cresceu, em média, 5,7% ao ano no país entre 2007 a 2018. Esse resultado foi garantido por um aumento médio de 9,9% ao ano de 2007 a 2014, já que depois disso houve retração de 1,4% ao ano, em média.

    Crédito
     
    Segundo Fábio Servo, especialista em políticas públicas e gestão governamental do Ipea, o setor agropecuário tem registrado um desempenho acima da economia e, historicamente, sempre “muito dependente” do crédito.
    Os cálculos do Ipea também confirmaram que o perfil do financiamento ao setor tem mudado nos últimos anos, com o avanço da participação das fontes de recursos com juros livres como as Letras de Crédito do Agronegócio (LCA), por exemplo, e a diminuição da fatia de fontes tradicionais como depósitos à vista e poupança rural.
    Enquanto a participação das fontes com taxas controladas no volume de contratações de refiro rural recuou de 92,6%, na safra 2014/15, para 71,6% neste ciclo 2018/19 (até março), a fatia dos recursos com juros livres subiu de 7,4% para 28,4% na comparação.
    “A tendência é que os recursos livres continuem ganhando participação”, disse Servo ao Valor. “No Plano Safra 2019/20, teremos uma transição, numa tentativa de preservar os recursos, que terão taxas de juros mais próximas da realidade de mercado e algum subsídio ainda, mais focado em médios e pequenos produtores”, afirmou.
    Segundo o economista do Ipea, esse cenário de crédito rural menos dependente de fontes públicas também está associado ao fato de o governo não conseguir mais suportar o mesmo impacto fiscal de anos atrás. E ele lembra que os juros da economia brasileira estão em um patamar mais baixo, o que permite o crescimento dos financiamentos a taxas de mercado.
    “A gente vê que o papel dos bancos públicos tem decrescido e o das cooperativas e dos privados, aumentado”, encerrou Servo.

    Mais sobre a editoria

    Guia da Cidade
    INCLUA SEU ESTABELECIMENTO

    Assine (35) 3529-2750

    Fale Conosco contato@folhadamanha.com.br

    WhatsApp (35) 9 8829-8351

    © 1984 - 2019 Folha da Manhã. Todos os direitos reservados.
    Desenvolvido por Mediaplus