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    23/05/2019 06h00 - Atualizado em 23/05/2019

    Decreto estabelece alimentação saudável

    BEATRIZ SILVA
    PASSOS — Escolas públicas e privadas de Minas Gerais devem se atentar ao prazo para adequação de uma série de ações para promoção da alimentação saudável, conforme o Decreto Estadual número 47.557, de dezembro de 2018, que passa a valer a partir do dia 7 de junho.
     
    Conforme o decreto, no próximo mês, as instituições de ensino para menores de idade terão que estimular a alimentação saudável e sustentável, incluindo o incentivo ao consumo de alimentos como frutas, legumes e verduras. A determinação também prevê a proibição do fornecimento e comercialização de produtos e preparações altamente calóricos, gordura saturada, gordura trans, açúcar livre e sal ou com poucos nutrientes.
     
    Em pesquisa realizada pela Folha, no município de Passos, apesar de a maioria dos diretores e demais responsáveis pelo ambiente escolar não estarem cientes a respeito da nova medida, todos informaram que recebem visitas periódicas de nutricionistas e, por consequência, promovem atividades voltadas à educação alimentar benéfica.
     
    “Já temos um cardápio dentro dos padrões, conforme a profissional de saúde, que elabora planos alimentares de acordo com a faixa etária de nossas crianças. Apesar da falta de conhecimento desse decreto, acredito que estamos nos parâmetros, inclusive, adaptamos a nossa dispensa e cantina para oferecer maior segurança alimentar a todos”, comentou a diretora de uma escola pública estadual.
     
    Do mesmo modo, Míriam Brito Reis Rossi, a diretora da Escola Municipal Professora Francina de Andrade, informou que o trabalho relativo à alimentação dos menores é constante e semanal. “Recentemente, fizemos uma palestra com a nutricionista e estamos sempre atentos a tais questões. Além do trabalho que realizamos na cantina e refeitório uma vez por semana, transmitimos vídeos na biblioteca que abordam as questões relativas a uma boa alimentação”, disse.
     
    Gislene de Aquino Mota, a coordenadora pedagógica do Colégio Objetivo, disse que a instituição possui ações voltadas à alimentação equilibrada, mas, ao mesmo tempo, planeja avaliar alguns pontos relacionados ao trabalho terceirizado que a instituição também oferece.
     
    “No Ensino Fundamental 1, nós temos o lanche coletivo, que disponibiliza uma alimentação balanceada e nutritiva, de acordo com os pareceres dos nutricionistas. Ainda temos a opção dos estudantes trazerem o alimento de casa; para tal, oferecemos geladeiras, onde a comida é conservada. Já para os adolescentes, temos o serviço terceirizado, em parceria com a hamburgueria Avalanches e, por esse motivo, teremos que organizar uma reunião de readequação, pois, mesmo com opções mais saudáveis, sempre acaba passando um salgado frito, algo mais calórico. Também cortaremos pirulitos, gomas de mascar e semelhantes”, concluiu.
     
    Aprovação dos pais
    Ao tomar conhecimento do decreto, a auxiliar de limpeza Tânia Lima, mãe da estudante Carla Lima dos Santos, de 8 anos, disse que a ação é interessante e deve ser exemplo nos demais Estados. “Acho que a iniciativa precisa ser adotada em todo lugar; a alimentação influencia tanto no processo de aprendizado quanto no crescimento da criança. Por esse motivo, caso os colégios realmente sigam o que está deliberado, a medida vai colaborar muito com pais e mães, que, como eu, estão encarregados não só de alimentar, mas oferecer o que há de melhor e mais saudável”, comentou.
     
    Da mesma forma, a dona de casa Érica Machado, mãe de dois meninos, de 5 e 11 anos, comentou o decreto de maneira otimista. “O incentivo a hábitos saudáveis sempre será visto com bons olhos. Com esse tipo de ensino e a diminuição de produtos calóricos e maléficos à saúde, não apenas o presente dos pequenos está sendo beneficiado, mas também o futuro, Muitas doenças poderão ser evitadas, como exemplo, a hipertensão e a obesidade”, finalizou.

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