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    11/05/2019 10h29 - Atualizado em 11/05/2019

    Juliana será a dona do pedaço

    Maria da Paz (Mirella Sabarense/ Juliana Paes) nasceu e cresceu na cidade fictícia de Rio Vermelho, no interior do Espírito Santo. Jovem humilde, ela vem de uma família de justiceiros profissionais, os Ramirez, e se apaixona por Amadeu (Marcos Palmeira), advogado formado em Vitória e membro da principal família rival nos negócios, os Matheus. Uma tragédia no dia do casamento os afasta e os faz acreditar que o outro está morto. A obra, dividida em um prólogo e duas fases, exalta o poder feminino por meio da trajetória de Maria e traz uma história contemporânea de amor com elementos de um dos maiores clássicos da literatura mundial: Romeu e Julieta, de William Shakespeare, sem perder de vista o humor, que passeia por toda a trama. “A Dona do Pedaço’ é uma novela que fala de coragem e esperança. Acredito que as pessoas podem subir na vida utilizando aquilo que já sabem, um dom, e a vontade de lutar e trabalhar. A novela fala da certeza de que todos podem encontrar seu lugar no mundo”, ressalta o autor Walcyr Carrasco. ? 
    Com passagem de tempo de cerca de duas décadas, a novela se desenvolve, em dias atuais, em São Paulo, onde Maria da Paz construiu fortuna com os bolos que aprendeu a fazer ainda criança, tornando-se uma bem-sucedida empresária no ramo da confeitaria. Mãe de Josiane (Agatha Moreira), uma jovem com caráter duvidoso, Maria ainda terá que enfrentar as armações da filha que teve da relação com Amadeu, sem imaginar que, na verdade, ela a despreza e só pensa em poder e dinheiro. Mas o reencontro com seu grande amor depois de todos esses anos pode dar novos contornos a esse melodrama clássico. “Essa é uma novela realista, que trata do cotidiano, com mensagens claras de otimismo, luta e esperança. Estou trabalhando com uma estética mais pop, com brilho e alegria, acompanhando a dramaturgia tão ampla que é característica de Walcyr”, conceitua a diretora artística Amora Mautner. ? 
    ‘A Dona do Pedaço’ estreia na Globo no dia 20 de maio. A novela das 21h é escrita por Walcyr Carrasco, com Nelson Nadotti, Márcio Haiduck e Vinicius Vianna, direção artística de Amora Mautner, direção geral de Luciano Sabino e direção de André Barros, Bernardo Sá, Bruno Martins Moraes, Caetano Caruso e Vicente Kubrusly.? 

    Amor impossível ? 
    Em Rio Vermelho, ainda na década de 1990, duas famílias rivais de justiceiros disputam a hegemonia do negócio: os Ramirez e os Matheus. 
    ?  Na primeira, Dulce (Fernanda Montenegro) é a matriarca. Viúva e responsável pelo clã, ela vive na mesma casa com seus filhos, noras, sobrinhos, netas e bisnetas. Seu filho Ademir (Genézio de Barros) é casado com Evelina (Nivea Maria) e tem duas filhas: Maria da Paz (Mirella Sabarense/ Juliana Paes) e Zenaide (Manu Fernandes/ Maeve Jinkings). Já Adão (César Ferrario), sobrinho de Ademir, é pai de Hélcio (Dionísio Neto) e casado com Berenice (Maria Sílvia Radonille). Eles adotam Junior (Bernardo Amil/ Guilherme Leicam)?e ajudam a criar o agregado da família, Ricardo/ Chiclete (Luiz Felipe Mello/ Sergio Guizé). Também na casa vivem as filhas de Zenaide e Hélcio, Fabiana (Maria Clara Baldon/ Nathalia Dill) e Virgínia (Duda Batista/ Paolla Oliveira). Dulce é respeitada por todos e dá sempre a última palavra, a que normalmente prevalece frente a todos os parentes. 
    ? Os Ramirez criam as futuras gerações da família para assumirem o “ofício” dos mais velhos no ramo em que atuam. Maria, no entanto, desde muito pequena se destaca na cozinha ao lado da avó. Dulce percebe nela o dom de fazer bolos e a incentiva com afeto, dedicando todo o seu amor. A menina cresce apaixonada pelos doces e capricha nos sabores provocando os melhores prazeres em quem os consome.? 
    Na família Matheus, a matriarca é Nilda (Jussara Freire), uma mulher dura, forte, capaz de tudo para proteger os seus. Mora com o marido Miroel (Luiz Carlos Vasconcelos), os filhos Ticiana (Áurea Maranhão), Vicente (Álamo Facó) e Amadeu (Marcos Palmeira), além do neto Rael (Luiz Eduardo Toledo/ Rafael Queiroz), filho de Ticiana.? 
    ? Amadeu se diferencia dos demais membros da família porque teve a oportunidade de passar um tempo em Vitória, onde estudou Direito. Lá, se formou como advogado para que a família tivesse um profissional de confiança capaz de defendê-la diante das mortes provocadas, mas, ao voltar ao convívio de seus familiares, quer mostrar que a violência não é o caminho, muito menos o sustento. 
    Maria da Paz e Amadeu combinam no fato de serem avessos aos ideais de seus familiares. Não veem como opção de vida serem justiceiros. Querem convencê-los de que o amor é necessário e apostam nessa transformação quando, depois de um encontro inesperado, se apaixonam perdidamente um pelo outro.? 
    Ao descobrirem suas origens nas primeiras conversas, pensam logo em fugir juntos por acreditarem que ali não será possível viver o amor que sentem, mas uma trégua ainda é possível arriscar.? 
    Dispostos a enfrentar o ódio nutrido por suas famílias durante décadas, eles decidem contar tudo para seus respectivos parentes. Maria então pede uma reunião entre as duas famílias e sua avó Dulce (Fernanda Montenegro) a autoriza. O casamento, enfim, é consentido. Maria (Juliana Paes) e Amadeu (Marcos Palmeira) se entregam ao amor e o pacto é selado. É decretado o fim da violência. 
     No dia da cerimônia, a cidade comemora 100 dias sem mortes, mas o que parece ser a realização de um sonho se torna um pesadelo. Diante do altar e dos convidados, Amadeu é atingido por um tiro misterioso ao lado da noiva e o amor dos dois é interrompido.? 
    Ameaçada de morte pela família do amado, Maria não consegue vê-lo no hospital e precisa fugir o quanto antes. Afinal, os Matheus querem vingar o atentado contra o herdeiro. Maria fica desolada, mas sabe que precisa ir embora. A jovem conta com o apoio da mãe Evelina (Nivea Maria) e do padre da cidade (Fernando Eiras) para viajar para São Paulo. Ele indica uma prima que pode acolhê-la por lá. Não há mais o que fazer ali, mas a certeza de que Amadeu vai sobreviver a fortalece. 
    Enquanto a viagem de Maria acontece, a família Matheus decide se vingar dos Ramirez atentando contra a vida das crianças Fabiana (Maria Clara Baldon/Nathalia Dill) e Virgínia (Duda Batista/ Paolla Oliveira), sobrinhas dela. Miroel (Luiz Carlos Vasconcelos) determina que Vicente (Álamo Facó) dê um fim nas meninas, mas, ao ficar diante delas, ele recua. Fabiana, a primeira a ser raptada, é deixada em um convento distante da cidade e Virgínia é separada da mãe, em Vitória, quando tentam fugir juntas para São Paulo. A garota fica perdida pelas ruas. 

    Amuleto
    Assim que é deixada no convento, Fabiana (Maria Clara Baldon/Nathalia Dill) é recebida pela Madre (Regina Sampaio) e não consegue passar informações sobre o paradeiro de sua família. Acolhida no local, passa a ser criada pelas freiras. Com o passar dos anos, mesmo como postulante - sem ter feito seus votos -, ela é quem cuida de toda a contabilidade do convento.  
    Virgínia (Duda Batista/ Paolla Oliveira), que, a princípio, caminhava para um destino mais trágico do que a irmã, teve mais sorte. Na fuga de Rio Vermelho para Vitória, é caçada de perto por Vicente (Álamo Facó), e, a pedido da própria mãe, Zenaide (Manu Fernandes/ Maeve Jinkings), que percebe o iminente risco de morte que elas estão correndo, sai em disparada. Sozinha e desamparada, Virgínia perambula pelas ruas de Vitória e é encontrada por Otávio (José de Abreu) e Beatriz (Natália do Vale), que estavam de passagem pela cidade por motivos de trabalho. Ele é sócio da construtora Habitex, em São Paulo, e pesquisa empreendimentos no local. 
     

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