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    07/05/2019 08h50 - Atualizado em 07/05/2019

    Festa da Misericórdia

    A humanidade não terá paz, enquanto não se voltar à fonte da Minha misericórdia

    Paulo Natir
    “Enquanto há tempo, recorram à fonte da Misericórdia.
    Diz à humanidade sofredora que se aconchegue no meu misericordioso coração e Eu a encherei de paz.” (Diário de Santa Faustina).
    A Paróquia Senhor Bom Jesus dos Passos promoveu, no último domingo de abril, 28, uma das celebrações mais belas e oportunas da Igreja Católica. Trata-se da festa da Divina Misericórdia. O evento teve início às 14h30 e se encerrou às 19h, com a Santa Missa. Todo roteiro da celebração foi elaborado com muita sabedoria e entusiasmo pelo querido padre Sandro Henrique Almeida dos Santos. Fiéis de todas as paróquias da cidade estiveram reunidos na Matriz. 
    A festa da Misericórdia é comemorada pela igreja no primeiro domingo após a Páscoa. Esse foi um desejo de Jesus, que assim se  expressou: “Desejo que a Festa da Misericórdia seja refúgio e abrigo para todas as almas, especialmente para os pecadores. Neste dia, estão abertas as entranhas da Minha misericórdia. A alma que se confessar e comungar alcançará o perdão das culpas e das penas. Neste dia, estão abertas todas as comportas Divinas, pelas quais fluem as graças. Que nenhuma alma tenha medo de se aproximar de Mim, ainda que seus pecados sejam como o escarlate (vermelho vivo). A Minha misericórdia  é tão grande que, por toda eternidade, nenhuma mente, nem humana nem angélica, a aprofundará… a humanidade não terá paz enquanto não se voltar à fonte da Minha misericórdia (D. 699)”.
    Entre todas as manifestações exteriores da devoção, a festa da Misericórdia ocupa o primeiro lugar. “O meu coração se alegra com esta Festa”, disse Jesus, lembrando sempre que as celebrações foram iniciadas após a realização da novena à Divina Misericórdia.
    Um dos momentos mais vibrantes da festa antecedeu a Santa Missa. Foi a Via Sacra. “Para compreender a misericórdia de Deus, devemos meditar na Paixão de Cristo, que foi a condição para que Ele pudesse entrar, por nós, na Sua glória (Lc 24,26). A misericórdia de Deus não tem medidas – eis porque Jesus sofreu sem medida. Assim, em qualquer momento de nossa vida, podemos recomeçar a amá-lo, por maiores que tenham sido as nossas falhas, já que Sua misericórdia nos fortalece contra toda forma de humilhação e fraqueza, Deus Pai escreveu seu próprio nome – MISERICÓRDIA – em caracteres de sangue na Paixão de seu filho”.
    Para fortalecer nossa fé, padre Sandro Henrique voltou a convidar todos os fiéis para participarem, todo dia 6 de cada mês, às 15h, da missa da Misericórdia. Para se tornar um apóstolo da misericórdia, os fiéis devem tomar algumas medidas básicas, como por exemplo: confiar no amor misericordioso de Deus, sempre presente na vida de seus filhos, especialmente nas tribulações. Adorar, louvar e agradecer ao Deus misericordioso pelas maravilhas que realiza no mundo e na história de cada um de nós. Professar e anunciar, em toda parte, essa boa-nova da divina misericórdia com força maior que o mal, sobretudo onde estiver mais esquecida. Celebrar este sublime mistério na Liturgia da igreja particularmente em cada eucaristia e confissão. E, ainda, suplicar com frequência a Jesus que tenha compaixão da humanidade, especialmente dos pecadores endurecidos, incrédulos, tíbios (sem força e vigor) e sofredores (doentes, agonizantes, pobres, almas do purgatório) através da oração diária, da piedade mariana e do oferecimento dos sofrimentos. Com esse intuito, Jesus deixou, através de Santa Faustina, algumas novas práticas devocionais (além da novena e da festa): Hora da Misericórdia, recordar-se às 15h da sua Paixão e Morte redentoras. Terço da Misericórdia: implorar com insistência o auxílio celeste para o mundo e também a imagem de Jesus misericordioso: simboliza o senhor Ressuscitado, vitorioso; traz a inscrição: Jesus, eu confio em Vós (D. 327).
    Com o coração cheio de Paz, a comunidade passense vai aos poucos chegando mais próxima de Deus. Aproveito a oportunidade para agradecer à Santa Faustina por ter auxiliado muito a Jesus no momento que ele enviou o padre Sandro Henrique para a paróquia Senhor Bom Jesus dos Passos. A espiritualidade de nossa gente está renovada. Permaneçam todos com Deus.
     
    PAULO NATIR é Jornalista

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