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    07/05/2019 08h49 - Atualizado em 07/05/2019

    Leitor

    Leandro Ferreira ? Guarulhos/SP
    É, Einstein tinha razão...
    ...”azar não existe, Deus não joga dados”! Enquanto isso eu não acreditava n’eu mesmo. Estava ali,  junto com cerca de uma centena de pessoas,  sonhando em “fazer” os seis números da  mega sena da virada. Quanta inocência achar que seria  contemplado num universo de 50 milhões de prováveis combinações. O argumento é que as chances matemáticas existem, mas vai ter fé assim lá em Pasárgada. Só ganha quem joga, assim como o raio cai num “felizardo” caminhando despreocupado na praia, dia desses a sorte também pode nos “achar”.
    Aqui não é Las Vegas e não temos cassinos, mas tem jogos em profusão. Tem a mega sena, tele sena, loto, loto fácil, loto mania, time mania, dia da sorte, jogo do bicho, xcap, minas cap. Quantos sonhos acalentamos se acertarmos: ajudar a família; pagar as contas e tirar nome do Serasa; fazer um churrasco com os amigos; comprar um troller verde-musgo; conhecer Machu-Picchu, Lisboa, São Thomé das Letras, Bonito, Paris, Fernando de Noronha...
    Sempre que os pagamentos corporativos da empresa ocorrem em lotérica, a nossa mensageira Letícia Maria  faz o favor de jogar para nós. Outro dia meu amigão Chiquinho,  de  Carmo do Rio Claro, acertou quatro números na mega sena e ganhou R$ 900,00. Uai sô, esse trem está errado! Não podemos “manter isso aí, viu”? Como pode acertar quatro números num máximo de seis e ganhar tão pouco? Entendo e sugiro que os prêmios não acumulem. Se ninguém acertou seis que se divida para quem fez cinco, se ninguém fez cinco divide por quem fez quatro e assim segue. É melhor termos milhares de acertadores levando prêmios de 50 mil do que um ou cinco ganhadores com 1 milhão ou mais.
    Bom, não que o dinheiro represente o nosso passaporte para a felicidade, muito menos o Nirvana, mas podemos continuar tentando a sorte nos jogos.  Enquanto isso não acontece continuamos na labuta, “ in simplicitate laboro”, conforme o antigo lema do meu Colégio Paola Frassinetti, em Paraiso. O trabalho constrói  e dignifica o homem, desde sempre!  Então corroboro Einstein:  “Azar não existe, Deus não joga dados”. Portanto, não esperemos  ajuda do céu, vamos à luta, mãos à obra. Ô Einstein, m’explica melhor a fórmula E=MC²?  E... aproveitando, sabe porque que o céu é azul? Albert...você mostrou a língua porque te deram chapéu de burro?
    Força sempre!
     
    Jorge Moreira Maciel – Passos/MG
     
    ‘Carranca’ da ditadura
    Quem não viveu em tempos de ditadura pôde ver a sua “carranca” nas primeiras páginas dos jornais no fim de semana: o populista e sanguinário Nicolás Maduro, cercado de fardas por todos os lados, e 200 cidadãos venezuelanos presos – eis o retrato de um país à beira de um precipício. Eis o que não é democracia. Abaixo a ditadura!
     
    Leandro Ferreira – Guarulhos/SP

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