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    03/05/2019 10h26 - Atualizado em 03/05/2019

    MG faz imunização contra febre aftosa

    Da Redação
    PASSOS – Começou, na última quarta-feira, 1°, a primeira etapa anual da vacinação de bovinos e bubalinos contra a febre aftosa em Minas Gerais. A campanha é desenvolvida pelo Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA) e se estenderá até o dia 31 de maio. A segunda fase acontece no mês de novembro, com a aplicação em animais de até 24 meses.
    De acordo com Marcos da Costa Lemos e Francis Rocha Moreno, ambos médicos veterinários e fiscais agropecuários do IMA, na região do Escritório Seccional (Esec) de Passos, que abrange as cidades de Passos, Alpinópolis, São José da Barra e São João Batista do Glória, a previsão é de que sejam vacinados 183.700 bovinos, de 2.250 criadores, e 2.202 bubalinos, de 59 criadores. Em 2018, 99,5% dos animais da região receberam a vacina.
    No entanto, se for considerada a área circunscrita pela Coordenadoria Regional de Passos, que abrange 36 municípios, devem ser vacinados 828.689 bovinos, de 11.239 criadores, e 8.899 bubalinos, de 165 criadores. Lemos e Moreno afirmam que Minas Gerais tem conquistado “posições de destaque no mercado mundial de produtos de origem animal devido ao melhoramento progressivo da situação sanitária do seu rebanho animal, além do aumento na qualidade dos produtos exportados”.
    Conforme disseram, o agronegócio mineiro é responsável por cerca de 13,5% do PIB do agronegócio nacional, e o Estado possui o segundo maior rebanho bovino do país – são 23,3 milhões de cabeças –, além de ser o maior produtor de leite do Brasil. “Minas Gerais busca acessar novos mercados, que remunerem melhor a atividade pecuária, mas eles são mais exigentes em relação à condição sanitária para a enfermidade da febre aftosa. O último registro de febre aftosa em Minas Gerais foi em 1996, e o Estado possui o reconhecimento de zona livre com vacinação desde 2001”. Esse fato, eles salientaram, favorece a atividade, facilitando o acesso a mercados internacionais.
    Lemos e Moreno explicaram que a febre aftosa é uma doença viral, altamente contagiosa, que pode acometer animais de diferentes espécies, como bovinos, suínos, caprinos, ovinos e búfalos. “Esse vírus pode se espalhar rapidamente se medidas de controle e erradicação não forem implementadas desde a sua detecção”, disseram.
     
    Importância
    Eles também salientaram que o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) tem como estratégia, por meio do Programa Nacional de Erradicação de Prevenção da Febre Aftosa (Pnefa), a implantação progressiva e a manutenção de zonas livres da doença sem vacinação, conforme as diretrizes estabelecidas pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE). O programa estipula a retirada da vacinação dos Estados, organizando-os em blocos. “Minas Gerais está no Bloco IV, que prevê a retirada no segundo semestre de 2021, juntamente com os demais Estados da região Sudeste, além da Bahia, de Goiás e do Distrito Federal”, explicaram.
    Por isso, ambos ressaltaram a importância de os produtores vacinarem os animais. “Considerando também esse plano de retirada, o produtor deve proceder às vacinações do rebanho, mantendo alta a imunidade e impedindo a circulação do vírus, ou seja, erradicando-o”. A multa para quem não vacinar será de 25 vezes a Unidade Fiscal do Estado de Minas Gerais (Ufemg) por cabeça, o que significa R$89,83.
    Neste ano, conforme previsão do Pnefa, a dose da vacina será de 2 ml, e não de 5 ml, como nos anos anteriores. A medida causará menos reações nos animais, como caroços e inchaços, e facilitará o transporte e a conservação, que deve ocorrer em temperatura entre 2°C e 8°C.

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