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    01/05/2019 06h00 - Atualizado em 02/05/2019

    Zema recua sobre escola em tempo integral

    Da Redação
    BELO HORIZONTE - O governador Romeu Zema (Novo) enviou, na tarde de ontem, 30, um ofício para o presidente da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), Agostinho Patrus (PV), em que garante que vai voltar com a totalidade do projeto de escola em tempo integral até o início do ano que vem. A informação foi confirmada pelo líder de governo, Luiz Humberto Carneiro (PSDB). 
    O Estado teve que recuar da decisão de fechar parcialmente o número de vagas do programa para não sofrer uma derrotada na Casa e, assim, votar a proposta de reforma administrativa, de sua autoria. A mensagem, porém, é assinada apenas pelo secretário de Governo Custódio Mattos, o que gerou reclamações.
    Enquanto a Assembleia discutia a reforma, deputados do bloco de oposição e do bloco Liberdade e Progresso, que é independente, apresentaram uma emenda que determinava a permanência da escola em tempo integral no Estado. Isso porque, no início do mês, o governo de Minas anunciou que iria cortar cerca de 80 mil vagas do programa, que atendia até o último ano 110 mil estudantes.
    A falta de acordo sobre o tema estava travando o andamento da votação da reforma administrativa na ALMG. Por isso, a última contraproposta do Estado foi apresentada aos deputados, na noite de segunda-feira, 29, pela secretária de Educação, Júlia Sant´anna. A proposta aceita prevê que, a partir de agosto, 25 mil alunos voltem a ser atendidos e, os outros 55 mil retornem ao programa de escola em tempo integral em fevereiro do ano que vem
    Os parlamentares esperavam o termo de compromisso enviado pelo governador para, assim, fecharem oficialmente o acordo.
    Se a emenda fosse votada em plenário, poderia significar uma derrotada expressiva para Zema. Isso porque os dois blocos juntos somam 36 políticos, mas eles já contavam com apoio de 70 dos 77 deputados do Legislativo mineiro. 
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