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    11/04/2019 09h35 - Atualizado em 11/04/2019

    Como escolher seu 1º carro

    ENTRE OS MODELOS INDICADOS PARA QUEM VAI COMPRAR O PRIMEIRO CARRO ESTÁ O FORD Ka 1.0 SE

    Luiz Humberto Pereira - Especial para o Folha Motors

    Os grandes “objetos do desejo” da indústria automotiva sempre foram os esportivos com motorizações potentes e a mais moderna tecnologia a bordo. Mas pouca gente começa no universo automotivo dirigindo uma Ferrari, um Lamborghini ou um Porsche, privilégio reservado a um percentual ínfimo da população. Os “simples mortais” que não são milionários, logo que tiram sua carteira de motorista, normalmente optam por um carro básico, com um padrão aceitável de conforto e segurança. Dentre esses carros que servem de “introdução ao consumo” dos automóveis está o Ka 1.0 SE, a versão mais barata do hatch compacto da Ford – exceto pela S, que não tem nem rádio e é destinada para frotistas.
    A lista de itens de série é enxuta, mas precisa na função de atender às necessidades básicas de quem enfrenta o trânsito diariamente. Lá estão ar-condicionado, direção elétrica, vidros dianteiros e travas elétricas com controle remoto, chave tipo canivete, ajuste de altura da coluna de direção e rádio com Bluetooth e comandos de voz. Airbags frontais e freios ABS com EBD, como determina a legislação, também são de série. Ou seja, apesar de não oferecer grandes requintes, o pequeno hatch da Ford entrega um “nível civilizado” de conforto, segurança e conectividade. Em termos estéticos, o visual é o mesmo apresentado em 2014 e sutilmente remodelado no ano passado. As mudanças se resumiram à nova grade e aos novos para-choques. O fato de ser uma configuração de entrada não chega a ficar tão explícito, embora a ausência de faróis de neblina e a presença de rodas de aço de 14 polegadas cobertas com calotas evidenciem que não é um “top de linha”.

    Motorização garante bom desempenho

    O Ka 1.0 SE é movido pelo motor tricilíndrico 1.0 litro de 85 cavalos de potência e 10,7 kgfm de torque com etanol. Na aferição de consumo promovida pelo Inmetro, o conjunto obteve médias de 9,2 km/l na cidade e 10,7 km/l na estrada com etanol e 13,4 km/l na cidade e 15,5 km/l com gasolina, que lhe renderam um conceito “A” na comparação relativa da categoria e o Selo Conpet de Eficiência Energética Veicular.
    O motor é moderno e empurra o pequeno Ka com facilidade. As arrancadas são boas e, a partir dos 3.000 giros, o conjunto propulsor fica à vontade. O torque máximo aparece em 3.500 rpm com gasolina, mas só em 4.500 mil giros com etanol. Contudo, nada disso representa qualquer problema para a performance. Ultrapassagens e retomadas podem ser feitas de forma precisa, em um bom padrão dinâmico em relação ao segmento de hatches 1.0 litro. O Ka sempre teve engates suaves e o novo câmbio de cinco velocidades honra essa tradição. O entendimento do motor com a transmissão manual é amistoso e o câmbio oferece engates precisos, rentabilizando bem o desempenho do conjunto.
    A assistência elétrica da direção foi recalibrada e ficou mais direta. Embora não ofereça “luxos”, o Ka tem uma suspensão bem resolvida, é naturalmente bem equilibrado e evolui com firmeza nos caminhos sinuosos, sem vacilações. As rolagens de carroceria, que só ocorrem em velocidade elevadas, são discretas e a suspensão absorve com eficiência as irregularidades lamentavelmente habituais nas ruas brasileiras.
    O Ka oferece acesso fácil, com bons ângulos de abertura de portas. Há espaços bem projetados para abrigar objetos no interior, além dos específicos para levar copos ou garrafas. O espaço interno dá para quatro passageiros sem grandes apertos. Os plásticos dominam o habitáculo, entretanto, a montagem é precisa. É simples, não faz feio. O isolamento acústico não é dos melhores e o barulho do propulsor entra na cabine com vontade quando o motorista acelera um pouco mais. Todavia, nada muito diferente do padrão dos haches compactos.

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