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    09/04/2019 08h57 - Atualizado em 09/04/2019

    Carmelitana reclama de buracos em estrada

    Da Redação
    Wilmara Freitas, que é de Carmo do Rio Claro e mora em Belo Horizonte, reclama de buracos na estrada que dá acesso a São José da Barra. Ela afirma que, no dia 30 de março, sofreu um acidente de trânsito quando viajava para São José da Barra e que seu carro teve avarias nas duas rodas dianteiras e também em outros locais. “Imagina, do nada, você está numa estrada boa e cai em uma péssima. Não tem como você frear, porque se freia de uma vez, o carro pode capotar. Tive de ser socorrida por um táxi. Moro em Belo Horizonte e fui passear pela região de São José da Barra. Estou com despesas, o seguro não cobre o estrago do meu carro, que é um veículo com um valor elevado”, contou. Wilmara disse também que não teve ferimentos graves e que apenas feriu a boca em razão da pancada que teve na hora do acidente. Acrescentou que entrou em contato com a Prefeitura, explicou o caso e, quando eles a transferem para falar no departamento responsável, a ligação cai. “Já deixei vários recados, ninguém me retorna. Eu ligo todos os dias, eles falam que vão me passar para o responsável e desligam. Acho que eles decoraram meu nome”, alegou. Outro entrevistado, que preferiu não se identificar, contou que passou na estrada, nesse último domingo, 7, e ficou indignado com a falta de recomposição na pavimentação. “Fiquei perplexo, se a Prefeitura não fizer nada, muitos acidentes vão acontecer. É vergonhoso e irresponsável ter buracos em rodovias”, afirmou.  Wilmara afirmou que espera que os buracos possam ser tapados para que não aconteça o mesmo que aconteceu com ela, com outra pessoa. “Vou ter que gastar mais de R$5.000 com meu carro, quem vai pagar? Quero justiça. Eu poderia ter morrido. Aliás, enquanto os buracos estiverem lá, qualquer um correr esse risco”, finalizou. 
     
    Resposta:
    A Prefeitura de São José da Barra informou que na época em que a pavimentação desse trecho foi realizada, a empresa responsável pela obra, quando da implantação da capa asfáltica, estava em processo de concordata. Assim, a última etapa, que é a camada mais superficial da rodovia, ficou com um defeito que faz com que a água não escoe da maneira ideal, fazendo com que os danos na pista sejam frequentes, mesmo após operações de tapa-buracos. Segundo informações da Prefeitura, a atual administração já realizou várias operações de tapa-buracos na pista. Porém, devido ao defeito já mencionado, torna-se uma medida paliativa, pois a infraestrutura da pista não segura por muito tempo a massa asfáltica. Devido ao grande volume de chuvas, a situação piorou em função da impossibilidade de realizar os serviços de tapa-buracos. Ainda de acordo com a Prefeitura, já foi providenciada a ordem de serviço para que o problema seja resolvido.

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