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    01/04/2019 08h38 - Atualizado em 01/04/2019

    Leitor

    João Baptista Herkenhoff - E-mail ? jbpherkenhoff@gmail.com
    Moro e o tabaco
    É um retrocesso a proposta do ministro da Justiça Sérgio Moro de diminuir os impostos do tabaco. Fui fumante por mais de 20 anos e cessei o vício graças a um programa do ministério da saúde em parceria com a secretaria municipal de saúde de minha cidade que forneceram apoio médico, psicológico e medicamentoso . Recordo que assustava ao gastar metade do valor das compras semanais com cigarro e ao somar o total dos anos cheguei a conclusão que gastei o valor de um belo carro médio novo apenas com cigarros. Ainda mais assustador foi perder meus dois avôs por complicações decorrentes do tabagismo e ao acompanhar meu pai no hospital na ala dos fumantes fiquei horrorizado com pessoas com furos nos pulmões, garganta, gangrenas, todas aquelas imagens horríveis que estampam os maços de cigarros. Nosso governo deveria manter e aprimorar os programas reconhecidos mundialmente e benéficos a população, principalmente os relacionados ao tabagismo que causam prejuízos inestimáveis ao setor de saúde pública e diminui a produção das empresas privadas. Produtivo e realista seria o ministro Sérgio Moro usar o raciocínio que utiliza sobre o tabaco para a maconha medicinal e recreativa, assim o estado brasileiro geraria 500 mil empregos, arrecadaria milhões em impostos, diminuiria a lotação carcerária e diminuiria uma obrigação da polícia. Percebe-se que nosso governo não atua usando a lógica e a racionalidade, mas age emprenhado em fortalecer grupos empresarias em detrimento do Estado e das contas públicas.   
     
    Daniel Marques – Virginópolis/MG E-mail: danielmarquesvgp@gmail.com
     
    Aborto
    Sou a favor da Vida. Consequentemente, defendo  políticas públicas que favoreçam o parto feliz e a maternidade protegida. Merece censura a falta de saneamento nos bairros pobres, causa de doenças e endemias que produzem a morte. Deve ser admitido o aborto quando praticado por médico para salvar a vida da mãe. Não merece anátema a mulher estuprada que, no desespero, recorre ao aborto. Pelo contrário, essa mulher deve ser socorrida na sua dor. Se não tiver o heroísmo de dar à luz a criança gerada pela violência, seja compreendida e perdoada.
    O aborto é mais uma questão existencial do que uma questão jurídica.
     
    João Baptista Herkenhoff - 
    E-mail – jbpherkenhoff@gmail.com
     
    Será uma maldição?
    Em apenas três anos, cinco ex-governadores do Rio de Janeiro foram presos: Anthony Garotinho; sua mulher, Rosinha Garotinho; Sérgio Cabral; Luis Fernando Pezão; e, agora, Moreira Franco. Na Presidência da República tivemos dois impeachments, de Fernando Collor de Mello e de Dilma Rousseff, e dois ex-presidentes presos, Luiz Inácio Lula da Silva e Michel Temer. Seria isso uma maldição?

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