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    29/03/2019 16h23 - Atualizado em 29/03/2019

    Leitor

    Jorge Moreira Maciel

    O smartphone,
    Leiliane e Boechat
    Trimmmm...trimmmmm...trimmm...Graham, Graham Bell? ... É você? Alexander, aqui no Brasil, um helicóptero caiu sobre um caminhão. As pessoas passavam e filmavam o acidente com seus smartphones para postar nas redes sociais. Não havia nenhuma preocupação em ajudar.
    Pois é, o telefone que você inventou em 1870, é hoje o smartphone. Leve e portátil, agregou as tecnologias do computador, da tv e da internet. Além de “falar” agora serve para fotografar, filmar, enviar e receber mensagens de voz e escritas. É dotado de vários aplicativos como os que acionam táxis, pedem comidas, arrumam namoradas, tem um em especial que compartilha mensagens, vídeos, documentos, imagens e textos, enquanto falam e se veem.
    Agora o mundo cabe no bolso, ao alcance dos dedos. O celular se tornou um “companheiro inseparável”, é usado em todos os locais, permitidos ou não. Você acredita que tem gente que fala no telefone enquanto dirige? ...?!! Sim, é proibido e perigoso, todos tem ciência disso, mas não a consciência! O telefone é muito útil, as informações são instantâneas. É muito eficiente na função de aproximar quem está longe e, triste, distanciar quem está perto. Têm pessoas que preferem mandar mensagem do que ligar, porque nessa há interlocução, é preciso ouvir e dialogar.
    Estamos excessivamente dependentes com o celular a tiracolo, ativamente conectados ao mundo, mas, em casa, preguiçosos e moribundos. Bell, na sociedade moderna o marido e a esposa trabalham fora e, nesse caso, é preciso ainda mais atenção na educação dos filhos. Principalmente porque esses ficam expostos a conteúdos de violência e pornografia, acessados inadvertidamente em smartphones e computadores. Muitos pais presenteiam seus filhos com celulares de última geração para esses “darem sossego”, afinal precisam se atualizar no Facebook, Instagram e WhatsApp sobre toda a ócio cultura das redes sociais.
    Alexander, é show receber ligação de quem não se via há muito tempo, saber as notícias boas e as não tão boas, mas que fazem parte da vida. Complicado é atender o telefone e ouvir o telemarketing oferecendo produtos insistindo para comprarmos. É preocupante, mas o telefone está também nas mãos de criminosos, até dentro do presídios. Eles espalham o terror Brasil afora, com trotes fingindo sequestros de entes queridos, sendo que as principais vítimas a “cair” no golpe são os idosos. Os piores usuários são os fofoqueiros que com suas toxinas e mentiras destroem, ferem e machucam inconsequentemente.
    É Alexander, dá saudade da comunicação via pombos-correios, sinal de fumaça, das cartas, ou quem sabe restabelecer o costume das visitas. Não, não fique triste, a verdade liberta! A propósito, você também não inventou a máquina do tempo? Ia esquecendo Alexander, a Leiliane - a do título - não ligou a câmera do seu smartphone, ela foi ajudar! Sensível e humana, socorreu o motorista preso entre as ferragens.
    Reflitamos: Quando falamos construímos pontes? Abrimos caminhos? Pavimentamos escadas? Iluminamos, agregamos?
    Força Sempre!

    Jorge Moreira Maciel – Passos/MG 

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