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    25/03/2019 08h51 - Atualizado em 25/03/2019

    Leitor

    Beatriz Campos - São Paulo/SP
    Doença da desatenção
    O poder da atenção seria completo, se soubéssemos e dedicássemos um pouco mais a este grande poder. Com certeza evitaríamos os tropeços em pequenas pedras - pois que - “ninguém tropeça em montanha”, na visão do terapeuta transpessoal Harry Tadashi Kadomoto, no seu livro com esse mesmo título. Tropeçamos em pedras pequenas quase todos os dias, e é isso que nos leva à dificuldade de conhecer o outro e, principalmente, a nós mesmos, que não somos capazes de fazer a leitura não verbal do outro. Agimos sem pensar nas consequências. Quantas vezes estamos ao lado das pessoas e nem sempre estamos com elas. A desatenção é cruel, dói no outro. Po r isso, tem gente que conversa olhando nos olhos do interlocutor. Eu conheço uma “pessoinha” que, quando quer saber a verdade, diz: olha aqui no meu olho! Terrível isso. Sabe por quê? Mesmo que não estejamos mentindo, incomoda. Fico todo desajeitado. 
    Mas essa história de - olha nos meus olhos - tem sentido assim: “Quer realmente enxergar uma pessoa? Olhe para seus olhos. O sorriso disfarça as coisas, esconde o que o coração sente, mas os olhos não”. Os olhos são as janelas da alma.
     
    Fernando de Miranda Jorge - Jacuí/MG – E-mail: fmjor31@gmail.com
     
    Sobre privilégios
    Notícia lamentável aquela relativa aos gastos da “mulher sapiens”, ou “estocadora de vento”, ou “rainha da mandioca”, ou qualquer outra bobagem oriunda de cabeça tão pobre de ideias! Entretanto, culpa maior cabe àqueles que votaram permitindo que ex-presidentes tenham à sua disposição motoristas, assessores, guarda-costas e outras indecências, até mesmo quando 
    justamente presos! 
    Afinal, ninguém é obrigado a ser candidato a nada, bem como concorrer à reeleição, assumindo mandatos com total ciência da limitação temporal e que permitem, após seus decursos, o livre exercício de qualquer outra ocupação. Mandato eletivo não é emprego, para o qual se exige competência, atributo cada vez mais raro e que, no caso em comento, não foi demonstrado.
     
    Arlete Pacheco – Itanhaém/SP
     
    E agora?
    Com a prisão do ex-presidente Temer, será difícil para o batalhão de advogados do ex-presidente Lula continuar com o discurso de perseguido político. Não dou 24 horas e eles entrarão com pedido de prisão domiciliar, confirmando que é, sim, preso por corrupção e com provas. Não dá mais para sustentar o discurso de preso político. 
    E agora, Gleisi Hoffman, presidente do PT? Seu membro mais famoso está, sim, “preso por corrupção, babaca”. A Lava Jato ainda vive!

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