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    06/03/2019 10h00 - Atualizado em 06/03/2019

    A importância de ser feliz

    VALOROSO É ESTAR EM PAZ COM A CONSCIÊNCIA

    Luiz Gonzaga Fenelon Negrinho
    No processo natural, inicia-se por preparar a terra com a arte do amor. Nada de fazer por fazer. Depois é semear e ou plantar com desvelo, como se fora a aplicação do bem fraterno em forma de bênção no trato com o próximo. 
      Alguém na ponta pode não agradecer o alimento para o físico ou para a alma. Mas o que importa? E, em permitida farra temporal, entre aromas que se exalam dos corpos, procura-se colher esperança num mundo novo de velhos métodos de parcas esperanças.
    Como fazer de situações preestabelecidas, substância química e primordial para a nossa tão almejada felicidade. Risonha na essência, não importando 
    a finitude.
    Valoroso é estar em paz com a consciência, dormir tranquilo. Não a de dormir chapado ou à base de psicotrópicos. Isso não faz descansar o corpo e a mente, em repousantes sonos. Nos mercados oficiais e paralelos dos travesseiros da vida, mais ou menos assim: comecemos por amar o próximo ou semelhante. Depois, em caráter de reciprocidade, sem mercancia, é esperar na bucha que sejamos compartilhados e amados na esteira da fraternidade da terra preparada e (com)prometida. 
    Quão gostoso é na sorte! Não pagamos tributos, taxações e impostos pela interposição do sentimento pleno. Tal como uma revoada de pássaros em harmonia com as estações, cantando em frenéticos sons em louvação 
    à natureza.
    E em caráter temporal, ficamos presos e afixados na literalidade da expressão, por motivo basilar: doar-se sem o interesse mesquinho da obtenção da volta, de lucros e dividendos, os quais, infalivelmente, acontecem, não pela exigência da jogatina vil, o esperar a volta por negócio ajustado. Não é bem assim, nunca funcionou assim 
    o processo.
    Tão ou mais facilmente, como o aguardo da manhã que, por dádiva zela. E surge graciosamente para desejar-nos “um bom dia”, talvez um “olá”, com afeto, “ternura”, doçura e carinho invejáveis, sustentáveis apelos, no ser e não ser, mesmo na contramão de ácidos e áridos dias, nem sempre no conforto salutar.
    E na conjugação das leis naturais, na observância da física dos homens, costuradas em linhos por mãos de benfeitor maior, nos firmamos na desenvoltura do livre pensamento, o de que a vida é porque é porque é; tem que ser. E, na multiplicidade de suas condicionantes e variáveis, valem recibo e procuração outorgados.
    E a despeito das adversidades e incoerências nela contidas, em vida, se o amor é tudo, nossa existência por igual e tamanho, é confluência do sentimento maior e incondicional.
    Nada se cobra, pouco se exige. Nas idas e vindas, marchas e contramarchas, tornam-se importantes, objetivo e imperativo, do tudo a concretizar-se.
    Assim se toca e dança, em ritmo simetricamente dividido e em tom melodicamente afinado. Como em lira no compasso estelar de bons modos, sob encantos que o universo oferece, há que dignificar e enaltecer, em infinita dádiva, a fim de que ninguém fira pé alheio e todos possam aplaudir a magnificência do 
    gesto dançante.
    Como na concessão de firmes tablados, instalados no sortilégio de jardins encantados, nas delícias de uma natureza voltada para o belo em mutação transcendental.
    Num misto de sorrisos bem sortidos e fortemente acalentados, em retumbante fortaleza, no todo pronto e acabado, é o encanto do divino a socorrer-se da função a que foi destinado. Então, em dignificante busca da proeza, na glória eterna, possa manifestar-se: Deus seja contigo!

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