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    21/02/2019 06h00 - Atualizado em 21/02/2019

    Paraíso recebe "Ciência em Movimento"

    S. S. DO PARAÍSO – Desde terça-feira, 19, a Fundação Ezequiel Dias (Funed), de Belo Horizonte, apresenta a exposição “Ciência em Movimento”, com o tema “animais peçonhentos”. Alunos da rede municipal, estadual, da educação infantil e de escolas particulares passaram pela exposição. De acordo com a bióloga coordenadora do projeto e curadora da coleção de serpentes da fundação, Gisele Agostini Cotta, a “Ciência em Movimento” foi criada com o objetivo de fazer divulgação científica, especialmente sobre animais peçonhentos, dengue e leishmaniose.
     “São assuntos pouco divulgados para a população, em especial os peçonhentos, que têm provocado um grande número de acidentes no país, então, nossa intenção é ajudar a população a reconhecê-los, a prevenir os acidentes e saber como a pessoa deve se comportar no momento de risco com alguns desses animais”, esclareceu a coordenadora.
     A Fundação Ezequiel Dias é uma instituição vinculada à Secretaria de Saúde do Estado de Minas Gerais e é responsável pela produção de medicamentos que são distribuídos gratuitamente para a população; um deles é o soro
    antipeçonhentos.
    “Além disso, fazemos análises laboratoriais e diagnósticos de várias doenças que acontecem no país e, também, pesquisas sobre alimentos, entre outras atividades voltadas para a saúde pública”, esclareceu a bióloga.
    Durante os três dias de exposição à população, pode-se descobrir informações e curiosidades sobre três grupos de animais peçonhentos.
    “Hoje, nós trouxemos as abelhas, que, nem todos sabem, mas elas são animais peçonhentos, inclusive o Brasil vai começar a produzir o soro antiapílico, que será distribuído nos hospitais públicos; também os aracnídeos, que são as aranhas e os escorpiões, e o grupo das serpentes. Procuramos trabalhar com aspectos relacionados à morfologia desses animais, porque o reconhecimento deles, enquanto indivíduos, é importante, uma vez que as espécies têm características diferentes, que permitem que a gente diferencie os animais perigosos daqueles que não provocariam nenhum acidente de importância médica”, informou Gisele.
    O professor de Ciências Éder Oliveira, da Escola Municipal Napoleão Volpe, levou os alunos para conhecer a exposição.
    “É uma experiência muito rica para os alunos, porque as aulas dentro de sala são mais teóricas, então, quando tem alguma exposição que possibilite aos alunos visualizar essas espécies de aranhas, cobras e outros animais, o aprendizado é mais interessante”, destacou o professor.
    A jovem Ana Flávia estuda na Escola Estadual Paraisense e compartilhou que o aprendizado é mais completo por meio dessas experiências.
    “Eu achei muito legal, gostei de tudo que foi apresentado, todos os profissionais explicam muito bem. Aprendemos curiosidades, ficamos mais informados como, por exemplo, sobre a prevenção da dengue, os cuidados que devemos tomar com os animais peçonhentos”, disse Ana Flávia.
    A coordenadora da Secretaria Municipal de Ciência, Tecnologia, Educação Profissional e Ensino Superior, Cristina Vasconcelos, informou que a exposição vai até hoje, 21.
    “O que nos deixa muito felizes é saber que os alunos estão conhecendo como é o trabalho da Fundação Ezequiel Dias, o combate às doenças, o cuidado com os animais peçonhentos, a produção de vacinas e soros”, ressaltou a
    coordenadora.
     

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