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    19/02/2019 08h39 - Atualizado em 19/02/2019

    Dia a Dia: Superar os medos

    Décio Martins Cançado - Especial para a Folha

    “O ser humano, quando nasce, traz consigo inúmeras polaridades, forças opostas que se confrontam ao longo da vida. Uma das mais conhecidas, por sua presença constante e, às vezes, assustadora é o medo. Ele nasce e morre conosco. Pode ser altamente negativo e destruidor ou pode transformar-se em desafio e superação diária. Podemos compará-lo aos polos de uma pilha, o negativo e o positivo, ambos indispensáveis para o bom funcionamento da mesma. Em seu equilíbrio reside a eficácia programada.
    O medo é um estado de alerta extremamente importante para a sobrevivência humana. Uma pessoa sem medo nenhum pode se expor a situações perigosas, arriscando a própria vida, sem medir as possíveis consequências desastrosas de seus atos.
    Trata-se de uma sensação que sentimos em consequência da liberação de hormônios, como a adrenalina, que causa imediata aceleração dos batimentos cardíacos. É uma resposta do organismo a um estimulo aversivo, físico ou mental, cuja função é nos preparar para uma possível luta ou fuga. Antes de sentir medo, a pessoa experimenta a ansiedade, que é uma antecipação do estado de alerta. Entre outras reações fisiológicas, podemos citar o ressecamento dos lábios, o empalidecer da pele, as contrações musculares involuntárias, como tremedeira, entre outros.
    Em alguns casos, o organismo reage de forma exagerada ao medo, fazendo com que esse sentimento, benéfico em muitos momentos da vida, transforme-se em algo patológico, quando se transforma numa fobia. Sua característica mais importante é o comprometimento da relação que o sujeito estabelece com o mundo que o cerca. No caso da fobia, ela não prepara o indivíduo para decidir entre lutar ou fugir, mas paralisa-o, impedindo-o de relacionar-se com o objeto de seu temor.
    Por outro lado, se o amor – que se traduz em fé, coragem, determinação e enfrentamento, estiver atuando em nós como fator de equilíbrio e superação, o medo terá sua força reduzida; Ele servirá como estímulo para aprendermos a conquistar a segurança e o domínio da vida que tanto precisamos.
    É notório que a pessoa atrai o que mais deseja, o que mais pensa ou, até mesmo, o que mais teme. É sua constante mentalização, o foco diário de seus pensamentos, que determina seu modo de vida, seu presente e futuro. Pergunta-se: É a polaridade do amor que merece sua atenção? Se assim for, ela trará consigo todos os demais atributos e ingredientes que você precisa para viver bem, para ter saúde e prosperar. O amor lhe traz a certeza de que tudo é possível na medida de sua crença. Traz-lhe a força que brota do coração e faz você agir com determinação e entusiasmo diante das dificuldades inerentes ao dia a dia.
    Se for na ‘voz’ do medo que você acredita – e, até mesmo, tem medo do medo - se a ele você presta atenção exagerada, inúmeras forças negativas trará para sua vida. Ele faz de você uma pessoa limitada, pessimista e desconfiada de sua própria capacidade. Paralisa, ‘prende’ a pessoa em casa, impede-a de progredir, porque “tudo é difícil e perigoso... Mas não se pode arriscar sem o risco de perder tudo...” É assim que o tímido, o medroso, o que sofre de fobia social ou da síndrome de pânico pensa constantemente.
    E o que fazer? Procurar ajuda terapêutica, ou até mesmo, psiquiátrica? Às vezes, é a única saída viável. Outras vezes, é preciso simplesmente que a pessoa ‘acorde’, conscientize-se, assuma a responsabilidade da vida e enfrente seus medos. Enfrente-os para superá-los, para ficar no controle da situação, para manter o equilíbrio entre os polos que integram sua mente. Há apenas um jeito de lidar com os medos: reconhecê-los e enfrentá-los. Só assim, perdem seu poder, param de manipulá-lo, mesmo que tenham, inconscientemente, desejo de protegê-lo ou evitar que sofra ao expor-se em público.
    Medos são sentimentos: agem pelo instinto, pelo inconsciente. Você, no entanto, raciocina, pensa, reflete, escolhe, decide. Com seu consciente você determina como agir diante do que o medo lhe impõe. A vida é uma escola, e com ela aprende-se diariamente. Se os medos forem grandes, torne-se maior. Se forem fortes, seja mais forte ainda. Sua fé em seu poder, seu amor por si mesmo, farão com que você vença”. Mas, se sua fé em Deus é ainda maior, mais eficaz será e fará com que você supere todos os medos e obstáculos da vida. (Adaptado do texto de Carlos Afonso Schimit). 

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