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    12/02/2019 09h45 - Atualizado em 12/02/2019

    Insônia interfere no rendimento escolar

    Exposição prolongada aos dispositivos tecnológicos no período noturno causa dificuldade para que o cérebro entenda que é o momento de dormir

    O uso de dispositivos móveis, tais como notebooks, tablets e celulares e até mesmo a TV ligada até altas horas pode influenciar negativamente a qualidade do sono e, consequentemente, atrapalhar a vida escolar das crianças e adolescentes. Isto acontece porque a iluminação destes aparelhos provoca estímulos que dificultam com que o cérebro entenda que é chegada a hora de dormir. Como a criança não descansa adequadamente, no dia seguinte pode apresentar cansaço, diminuição na capacidade de reter informações e irritabilidade, o que acaba interferindo no rendimento escolar. Para a pediatra cooperada da Unimed Sudoeste de Minas, Lilia Jane Marques de Sousa, é preciso criar um ritual do sono que facilite para que a criança consiga dormir adequadamente.
     “O ideal é que a criança durma entre 21 às 22 horas e que tenha entre oito a nove horas de sono noturno. Cerca de uma hora antes de dormir, os pais devem preparar a criança para este momento, desligando ou tirando o acesso a todos estes dispositivos, oferecendo uma última refeição leve, escovando os dentes e colocando a criança na cama, de preferência contando uma história ou colocando uma música tranquila para facilitar o sono. Esse processo precisa ser repetido todos os dias até que vire um hábito. Ainda que a criança insista em continuar usando o celular ou vendo TV antes de dormir, os pais não devem ceder e precisam fazer valer sua autoridade”, recomenda a pediatra.
    Segundo Lilia Jane Marques de Sousa, além dos problemas já relatados, a falta de sono reparador por longos períodos pode trazer outras consequências para a criança, como ansiedade, depressão e problemas no desenvolvimento físico. “Além de problemas no sono, o uso excessivo destes dispositivos pode causar problemas posturais e alterações oculares. A recomendação da Sociedade Brasileira de Pediatria é que se evite à exposição até os dois anos de idade. A partir desta idade até os seis anos, a utilização não deve ultrapassar uma hora por dia. Acima desta idade até o início da adolescência, o ideal é não ultrapassar as duas horas de uso”.

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