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    04/02/2019 08h24 - Atualizado em 04/02/2019

    História com sabor de Minas Gerais

    Da Redação
    PASSOS - A primeira diretoria eleita pelos pioneiros que fundaram a cooperativa foi Pedro da Silva Lemos, que ficou à frente da cooperativa até 1963, quando se mudou de Passos. O leite captado era transformado em manteiga e queijo parmesão. Enquanto a captação crescia, a indústria que começou a operar em abril de 1951 – inicialmente para processar cinco mil litros – ia sendo ampliada. Da mesma forma, os tipos de queijos fabricados. O soro, que sobrava desse processo, era vendido a criadores de porcos que formavam longas filas para abastecer os latões que transportavam em carros e carroças. 
    De acordo com Marco Túlio Costa, escritor que fez a pesquisa para o livro “Uma História com Sabor de Minas”, ‘em 1975, com a decisão de se filiar à Central Paulista, o foco deixa de ser a industrialização e passa a ser o fornecimento de leite cru resfriado.  Ainda assim, a cooperativa mantinha a fabricação de produtos, principalmente para o mercado doméstico e regional.” 
    A marca Radar, criada em 1951, foi utilizada até 2002.  Antes da criação da cooperativa, os produtores forneciam “creme” principalmente a dois laticínios: a Gonçalves Salles, proprietária da marca Aviação, que se instalara em Passos na década de 1920, e a Companhia de Laticínios Sul Limitada, proprietárias das marcas Sulina e Passos, fundada em 1928. “A escolha do nome Radar, parece evidente referência à Aviação, por ser uma novidade tecnológica pós-Segunda Guerra. Naquele tempo, o Estado é que definia a área de atuação das cooperativas. Ao perder os fornecedores de Passos e municípios vizinhos, a Gonçalves Salles se transfere para São Sebastião do Paraíso” – explica 
    Marco Túlio.
    A cooperativa utilizou até 2007 a marca “Casmil” em seus produtos. E a partir de 2008 foi lançada a marca Milklar.
    04/02/2019
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