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    04/02/2019 08h01 - Atualizado em 04/02/2019

    DO LEITOR

    Daniel Marques - Virginópolis/MG E-mail: danielmarquesvgp@gmail.com
    Coerência e transparência?
    A grande imprensa mirou sua metralhadora no senador Flávio Bolsonaro (PSL). Diante das acusações, esperamos que o deputado se explique. Nunca é demais perguntar: e os mais de R$ 40 milhões da assessora do deputado estadual André Ceciliano (PT), candidato à presidência da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), caiu no esquecimento? Alto lá, uma imprensa que se presta a denunciar fatos deve fazê-lo por igual. Deixar de lado as movimentações da assessora do deputado petista é sinalizar que o jornalismo tem lado. Todos devem explicações de seus atos, independentemente de partido. O eleitor tem o direito de saber o que faz seu parlamentar, como lida com o dinheiro do contribuinte. Por infeliz coincidência, ambos os casos estão no Rio de Janeiro, Estado que foi destruído na gestão Sérgio Cabral. Se a imprensa quer prestar um grande serviço ao País, cobre transparência e coerência dos eleitos e seja transparente e coerente também. É o mínimo que se espera.
     
    Izabel Avallone - São Paulo/SP
     
    Saúde e educação
    Novo governo do presidente Bolsonaro tem pontos positivos como privatizar estatais e desburocratizar o meio produtivo e incentivar o pequeno empreendedor. Mas, até o momento, as iniciativas retrógradas avançam, como a ideia estapafúrdia de implantar ensino domiciliar no Brasil, pois sabemos que a maioria absoluta dos pais não possuem tempo e  formação pedagógica pra ensinar o básico. Lembrando que estatísticas comprovaram que mais da metade dos formados em faculdades brasileiras são analfabetos funcionais. Mas, por outro lado será ótimo pra formar uma casta de analfabetos e reforçar a mão de obra braçal, enquanto a elite e a classe média poderá matricular seus filhos em colégios particulares e o governo não terá despesas com professores e escolas. Outra proposta é permitir que a fiscalização sanitária fique a cargo dos próprios frigoríficos, ou seja, estaremos sujeitos ao consumo de carnes e derivados já estragados ou com doenças, visto que a operação carne fraca da polícia federal realizada no ano de 2017 descobriu adulteração da carne envolvendo grandes empresas, agentes e o alto escalão de governo. E por fim a proposta que libera agrotóxicos comprovadamente agressivos aos seres humanos e ao meio ambiente, desconsiderando que o Brasil é o maior consumidor desses venenos no mundo e os isenta de impostos e tributos. Fácil concluir que o novo governo trabalha em prol da elite empresarial em detrimento da saúde do povo que terá suprimida a educação, alimentos saudáveis e oportunidades de crescimento, bem como esse planejamento a curto prazo trará prejuízos incalculáveis ao país a longo prazo e será maléfica para as exportações de nossas commodities. Aguardemos a manifestação de parcela esclarecida da população para proporem formas civilizadas que conduzam a nação ao futuro e não a levem de volta ao passado.

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