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    31/01/2019 07h53 - Atualizado em 31/01/2019

    Leitor

    Marina Célia Moraes Dias São Paulo/SP
    Brasil chora
    E agora! O Brasil chora de dor. A dor de quem ama, de quem sofre, a dor do desamor.
    E nossa Minas Gerais, o que dizer da nossa dor? A dor da indiferença, de quem chora sangue; a dor de uma minas que é de todos, é Gerais. As Minas das minas, que do homem é a sina, fazendo arrancar-lhe o mais doce mel, fazendo de nós cidadãos simples, sofridos, chorarmos lágrimas de fel.
    E agora! Minas Gerais. De você, o que será? 
    Dilacerada, com a alma regada de puro descaso, de tanta impunidade, de tanto desamor.
    E agora, como seguir adiante, sem força, sem esperança. Essa Minas, que é ouro, que é pedra preciosa, que do ferro que dela se extrai o mais cruel transpassar da lança.
    E agora Minas. Fostes erguida na força do braço, na coragem de sua gente, no martírio de Tiradentes, mas que hoje tomba, diante da ganância desses malditos vermes que são de tudo, mas menos gente.
    E agora! Como seguir em frente, se lá atrás tem gente que não se pode encontrar. E nós mineiros somos assim, feito coração, mesmo sofrido, sobre o escárnio da dor, somos solidários, somos irmãos.
    E agora! Vamos seguir em frente. Porque a vida não pode parar.
    Mas, quem para esse povo, esses vermes que vomitam lama, que faz nosso povo matar. Que estão nos palácios, rindo de nosso fracasso, de nossa dor, que são responsáveis pelas tragédias, por degradar a natureza, por devastar nossas minas e também nossas belezas.
    E agora Minas. Escute o que vou lhe falar. Só nos resta uma coisa, o que mais vale contar; a união de nossa gente, o mais terno abraçar, o dizer que Minas é forte, e que não vamos desanimar, pois o que perdemos para o homem, vamos em Deus encontrar.
     
    Rogério Horta de Pádua 
    Fortaleza de Minas/MG
     
    Mundo perverso
    Estudiosos do meio ambiente do Brasil e de todo o mundo alertam que é preciso regras mais cuidadosas e fiscalização de barragens para que não aconteçam calamidades como esta de Brumadinho. É muito difícil de conter a ganância de muitos, em todos os níveis econômicos e de partidos políticos, que só pensam em lucros, sem levar em conta os limites da natureza e das pessoas que vivem no entorno. Precisamos orar para Deus iluminar e fortalecer nosso governo para saber impor os limites possíveis e proteger o solo brasileiro e o povo. A tragédia de Mariana já causou danos irrecuperáveis e, mesmo assim, as mineradoras, ao invés de investir nos cuidados de prevenção de tragédias, preferem pagar indenizações milionárias que não vão trazer de volta a natureza degradada e a vida das pessoas, suas cidades e histórias. Que mundo perverso este nosso, onde o ser humano e a natureza não são prioridades?

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