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    28/01/2019 06h00 - Atualizado em 28/01/2019

    Itaú de Minas define reajuste

    EM REUNIÃO OCORRIDA NA ÚLTIMA SEXTA-FEIRA, 25, FICOU DEFINIDO QUE O FUNCIONALISMO TERÁ UM AUMENTO DE 3,75%. REAJUSTE DE PROFESSORES E AGENTES DE SAÚDE SERÃO DIFERENTES DEVIDO A LEIS FEDERAIS

    THOMAS MADRIGANO
    ITAÚ DE MINAS - Após a Câmara Municipal anunciar que votaria, na última quinta-feira, 24, o reajuste salarial dos servidores, um recuo acabou acontecendo. Isso porque houve um pedido formal por parte do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Itaú de Minas (Sempre Itaú) para que a questão fosse discutida antes pela categoria e 
    o Executivo. 
    No dia 18 de janeiro, o Sempre havia apresentado à Prefeitura uma pauta de reivindicações. Entre elas, estavam o pedido de reajuste salarial de 6%, o pagamento imediato do 13º salário, que está em atraso, e a garantia de que o salário da categoria seja pago até o quinto dia útil de cada mês. A reunião para que o Executivo respondesse a esses pedidos fora agendada para a última sexta-feira, 25. 
    Por isso, houve surpresa quando a Prefeitura enviou um projeto para reajustar o vencimento dos servidores em 3,75% para o Legislativo antes de dar um retorno ao sindicato. “Ficamos [surpresos], sim, mas pedimos ao presidente da Câmara para adiar a sessão até a conclusão da negociação salarial, o que foi prontamente atendido”, destacou Antonio Rivelino Barbosa, presidente 
    do Sempre.
    O objetivo do sindicato, na reunião de anteontem, era negociar um aumento de pelo menos 4,52% – isso porque esse era o valor que, na semana passada, ventilou-se que seria concedido aos servidores da Câmara, que conduziram suas negociações à parte. No entanto, a sessão realizada na segunda-feira, 21, para votar o acréscimo salarial dos funcionários do Legislativo, terminou com a aprovação de um aumento de 3,75%.
    Dessa forma, o argumento que seria utilizado pelo sindicato foi enfraquecido, e a negociação acabou com o martelo sendo batido para um reajuste igual ao concedido ao funcionalismo da Câmara. Para Rivelino, o resultado não foi satisfatório. “A dificuldade financeira dos servidores está bem grande. A correção nos salários não refresca muito, mas também não causou desalento a eles, que temiam por uma ausência de reajuste”.
    Os professores, no entanto, terão um aumento de 4,17%, pois essa é a valorização do piso nacional, anunciada pelo Ministério da Educação (MEC). O mesmo ocorre com os agentes comunitários de saúde e de combate a endemias, cujo salário será reajustado de acordo com lei federal – o acréscimo será de mais de 10%. A sessão que irá votar a aprovação desses novos valores será realizada na próxima segunda-feira, 28, na Câmara Municipal. Porém, as propostas devem passar com tranquilidade.
     
    Outras pautas
    O sindicato também pleiteava uma garantia de que não mais ocorrerão atrasos no vencimento dos servidores, além do compromisso de regularização do pagamento do 13º salário. Não houve, entretanto, a anuência do prefeito, que alega que a incerteza no repasse de verbas do Estado impossibilita a Prefeitura de assegurar essas questões. “Na medida em que o dinheiro entrar, vamos fazer todos os pagamentos”, afirmou Ronilton Cintra (PSD). O gestor também disse que tratará os assuntos do funcionalismo com prioridade. “Nós temos um carinho muito especial pelos servidores, pois são eles que fazem a gestão do prefeito. São eles que estão lá na ponta atendendo 
    à população”.

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