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    22/01/2019 08h59 - Atualizado em 22/01/2019

    Escola precária traz riscos aos alunos em Vilelândia

    Da Redação
    CARMO DO RIO CLARO - Tanto os pais quanto os alunos esperam que o ambiente escolar possa ser confortável, que não traga nenhum risco aos estudantes, sejam eles adolescentes ou não. Porém, nem sempre quando os discentes chegam à escola há um espaço adequado para estudar. 
    Desta vez, a escola em questão é a municipal Lídio José Marques, na Praça da Matriz, no distrito de Vilelândia (Três Barras), em Carmo do Rio Claro. O local não traz nenhum tipo de segurança aos pais. Quando seus filhos passam portão adentro, a aflição e o receio de que algo ruim aconteça com eles aumenta cada vez mais. 
    Tudo isso pelo fato de o lugar educacional apresentar salas com cheiro de mofo, janelas quebradas, árvores que estão prestes a cair. Um banheiro precário, que, conforme disse um leitor, a Prefeitura alegou que está nesse estado pois ele vai ser reformado. Há ainda um vasto matagal, que pode atrair animais peçonhentos, ou seja, os alunos estão propensos a serem picados por 
    esses bichos. 
    Vale lembrar que a pintura está se desfazendo e as paredes e portas estão mal conservados, com uma aparência de abandono. Há também uma lixeira sem fundo e toda enferrujada, trazendo grande risco de cortar os estudantes.
    Há pequenos entulhos, que podem conservar uma quantidade de água suficiente para que o mosquito Aedes aegypti deposite as larvas, o que aumenta a chance de um aluno pegar dengue. Além do mais, quem mais sai prejudicado são os próprios alunos. E os pais lutam pela melhora já tem mais de um ano. Dia e noite, eles correm atrás e cobram a administração municipal.  
    “Essa escola é municipal, mas o município se esqueceu da existência dela. Nós, pais, entramos em contato com  a Prefeitura faz tempo, e todos os dias insistimos para que algo possa ser feito, porém, a administração faz pouco caso. A escola parece que está abandonada. Por que nada é feito? Esses dias, meu filho chegou em casa todo molhado, porque as janelas estavam quebradas e a chuva acabou molhando ele. Ah, não posso esquecer que ele ficou doente depois desse ocorrido. Não sabemos mais a quem recorrer, a gestão municipal informa que vai tomar as medidas necessárias, todavia, nada foi ou é feito. É uma vergonha o que nossos filhos são obrigados a enfrentar. É um descaso total”, afirmou 
    uma mãe. 
    Em resposta, a Prefeitura informou que recebeu um recurso financeiro no valor de R$13.000, do Ministério da Educação, no Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE) para pequenas reformas nas instituições municipais. Em decisão tomada pelo colegiado da referida escola, foi decidido pela reforma dos banheiros. No local, estão sendo feitas melhorias nos banheiros, adaptação de um banheiro para a educação infantil e um banheiro com acesso para cadeirantes. Além disso, estão sendo trocadas as portas e portais e será construído um muro, onde hoje é um alambrado na lateral da escola. 
    Com relação ao corte das árvores, a assessoria revelou que o mesmo foi realizado na última quarta-feira, 16.  A Prefeitura está pleiteando uma verba para construção de uma nova escola no distrito de Vilelândia. Para isso, o município precisa, em contrapartida, apresentar uma área onde se pretender construir a nova escola e isso já está sendo providenciado.
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