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    15/01/2019 08h12 - Atualizado em 15/01/2019

    Cauã volta à telinha com "Cordel Encantado"

    O Ator E GALÃ Cauã Reymond está na trama escrita por Thelma GuedeS e Duca Rachid, que retornou ontem à grade da REDE Globo no ?Vale a Pena Ver de Novo?, QUE REPRISA VÁRIAS PRODUÇÕES DA TV

    De tempos em tempos, a Globo presenteia seu público com a reexibição de novelas que marcaram época. Ontem foi a vez de Cordel Encantado entrar no ar, ocupando as tardes de segunda a sexta, no Vale a Pena Ver de Novo. Nesta primeira semana, dividirá o espaço com a última semana de Belíssima. Escrita pela dupla Thelma Guedes e Duca Rachid, a trama contou ainda com a direção de Amora Mautner e estreou em abril de 2011. Em conversa por telefone, em um curto momento entre uma gravação e outra da série Ilha de Ferro, o ator Cauã Reymond falou sobre a importância da novela para ele e para a dramaturgia em geral.
     O ator, que viverá Dom Pedro I no cinema, em filme dirigido por Laís Bodanzky, conta que foi em Cordel Encantado que ele interpretou seu primeiro protagonista. “O Jesuíno era um rapaz simples, que trabalhava na fazenda, mas ao longo da história vai descobrindo que era, na verdade, o príncipe do cangaço, filho de Herculano, o rei do cangaço, interpretado pelo Domingos Montager”, explica.
     Sucesso de público e crítica quando exibida, Cordel Encantado apresentou para o público um universo que misturava a literatura de cordel e o mundo da realeza, com príncipes e princesas. “Foi uma novela muito boa para todo mundo, para a Bianca Bin, para o Bruno Gagliasso”, diz Cauã, que faz questão de falar da importância do elenco, com grandes nomes. “A gente tinha o Luiz Fernando Guimarães, Débora Bloch, Osmar Prado, Andréia Horta”, relembra o ator.
     Por ter essa característica especial de linguagem, Cauã explica como se deu a montagem dos personagens. “A gente fez a prosódia, com muita leitura, ensaios”, diz. Mas o ator, conforme vai lembrando da trajetória da novela, se recorda de momentos que o marcaram. “Foi muito importante entrar em contato com os animais. Eu tinha um cavalo que chamava de Relâmpago. Ele foi meu cavalo durante a novela inteira, eu aprendi a cuidar dele, selar, montar”, diz em tom emotivo. “Eu quase comprei ele depois da novela, só não comprei porque não tinha onde colocar”, afirma o rapaz rindo da lembrança, dizendo ter ficado apaixonado pelo animal.
     Cauã se considera um cara de sorte por ter feito esse trabalho. “Tenho muito carinho pela novela, a abertura, a trilha sonora, a fotografia, é um dos projetos mais marcantes que já trabalhei”, conta ele, citando algumas cenas que o marcaram. “Eu lembro da cena em que encontrava o Domingos, foi muito forte a aproximação de pai e filho, mas teve outros momentos que acho muito bons, como a cena em que eu e Açucena (Bianca Bin) viramos rei e rainha.”

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