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    11/01/2019 09h29 - Atualizado em 11/01/2019

    Capitólio figura em última colocação no Atlas de gestão

    Da Redação
    PASSOS – A segunda cidade, por ordem alfabética, das 21 que compõem o Atlas sobre gestão da Educação é Capitólio, que recebeu a pior avaliação em um estudo recente realizado pelo Instituto de Inteligência em Gestão e Sustentabilidade (I3GS), com apoio institucional da Universidade de Brasília (UnB). A cidade ocupa o 765º lugar no ranking da eficiência entre os 775 municípios mineiros analisados. No sudoeste de Minas, a cidade figura na 21ª colocação entre 21 localidades averiguadas. 
    A população total de Capitólio é de 8.648 habitantes e a renda mensal per capita é de R$282,97. O município registra ainda um total de 81,8% de pessoas vivendo em situação de vulnerabilidade à pobreza e 5% em condições de extrema pobreza. O IDH (IBGE, 2010) é de 0,710, demonstrando que o município possui “alto índice de desenvolvimento humano”. 
    De acordo com o levantamento, o desempenho educacional é considerado satisfatório em Capitólio, apresentando nota média no Ideb de 6,9, conforme o último censo escolar (Inep 2017), tendo sido matriculados no ensino fundamental 216 alunos, a serem atendidos por um total de 21 docentes e 33 servidores (exceto docentes). O município registrou uma taxa de desistência escolar de 0,0%, o que é muito bom.
    O Índice de Eficiência (iEfi) aponta ineficiência extrema com 0.403, de acordo com a estimativa, baseada na relação insumos/produtos do(s) benchmark(s), essa unidade produz 75,2% do que poderia produzir, considerando os insumos disponíveis.
    Pelo documento, para que o município se torne eficiente, mantendo a sua produção atual, ele deve reduzir em 59,7% os insumos utilizados do valor atual de R$9.993,43 de investimento educacional, por aluno do ensino fundamental, para R$4.030,53.
    No que se refere ao nível de esforço docente, que seria a proporção do número de professores atuantes para cada grupo de cem alunos matriculados, Capitólio apresenta um valor atual maior (25) do que deveria ter (10) para alcançar o mesmo desempenho. O ideal seria uma economia de 60% nesse insumo, conforme o estudo.
    Com relação ao número de servidores (exceto docentes), o município igualmente mostra ineficiência, uma vez que a quantidade de funcionários para o atendimento deveria ser de sete para cada grupo de cem alunos matriculados e o município conta com 15, sendo que poderia haver, segundo o levantamento, uma diminuição de 53,3%.
    Pelo estudo, quando se tem um baixo nível de eficiência, é possível que os valores desejados para aumento da produção ultrapassem a própria demanda municipal. Neste caso, é fundamental considerar a necessidade de se reduzir insumos. 
    Segundo os números apontados pela pesquisa, praticamente nada poderia ser feito para melhorar os quesitos de retenção escolar, que são de 100%, e taxa de aprovação, de 98,40%. O índice de proficiência, mensurado pela nota do Ideb 2017, poderia subir dos atuais 6,88 para 10, realizando um ajuste de aproximadamente 45,4%, contudo, o indicador é tido como adequado para os padrões atuais.
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