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    09/01/2019 08h13 - Atualizado em 09/01/2019

    Alpinópolis está em 17ª entre 21 cidades no Atlas

    Da Redação
    ALPINÓPOLIS - A Folha traz a primeira das 21 cidades da região que figuram no Atlas sobre gestão da Educação, que serão divulgadas por ordem alfabética. Alpinópolis não recebeu boa avaliação em um estudo recente realizado pelo Instituto de Inteligência em Gestão e Sustentabilidade (I3GS) com apoio institucional da Universidade de Brasília (UnB). A cidade ocupa o 533º lugar no ranking da eficiência entre os 775 municípios mineiros analisados. No sudoeste de Minas, a cidade figura na 17ª colocação entre 21 localidades averiguadas. 
    O Atlas da Eficiência compara a gestão pública entre municípios de um mesmo Estado, traduzindo-a em números e permitindo verificar quais são mais ou menos eficientes em diferentes setores. No caso da Educação, levando em conta os insumos empregados no ensino fundamental, são observados critérios como valor investido por aluno, nível de esforço docente, número de servidores disponíveis, retenção escolar, aprovação e proficiência.
    O índice de eficiência (Iefi) é dividido em quatro patamares: Ineficiência Extrema (0 a 0,599); Ineficiência Crítica (0,600 a 0,799); Ineficiência Moderada (0,800 a 0,999) e Eficiência (1).  O cálculo classificatório é feito a partir da comparação entre unidades produtivas, sendo a principal metodologia utilizada nomeada de Análise Envoltória de Dados (DEA). A partir desse método, é possível estimar índices de eficiência de unidades produtivas, utilizando múltiplos insumos e produtos.
    De acordo com o levantamento, o desempenho educacional é considerado satisfatório em Alpinópolis, apresentando uma nota média no Ideb de 6,4 e taxa de desistência escolar de apenas 0,1% em um universo de 792 alunos matriculados no ensino fundamental, os quais são atendidos por um total de 47 professores e 91 servidores (exceto docentes), segundo dados do censo escolar do Inep 2017.
    O problema, no entanto, é outro. A gestão de educação em Alpinópolis produz somente 59% do que deveria produzir, levando em conta os valores gastos e insumos disponíveis. O estudo aponta ineficiência em gestão educacional na forma de um comparativo feito entre os investimentos realizados e os resultados alcançados.  A análise mostra que o município poderia obter os mesmos ganhos diminuindo os insumos ou melhorar os índices aumentando a produção. A conclusão, em linhas gerais, é que se poderia fazer muito mais com a cifra que se gasta hoje em dia.
    No quesito investimento educacional por aluno, por exemplo, o ideal seria chegar aos mesmos resultados, que atualmente se obtêm em Alpinópolis, com um gasto 40,9% menor, ou seja, poderia ser destinado um total de apenas R$ 5.364,16 por aluno/ano em vez dos R$9.052,89 que são aplicados, de acordo com o atlas.
    No quesito nível de esforço docente, que seria a proporção do número de professores atuantes para cada grupo de cem alunos matriculados, o município apresenta um valor atual maior (13) do que deveria ter (8) para alcançar o mesmo desempenho. O ideal seria uma economia de 38,5% nesse insumo, conforme o estudo.
    Já no número de servidores (exceto docentes), Alpinópolis igualmente mostra ineficiência, uma vez que a quantidade de funcionários para o atendimento deveria ser de sete para cada grupo de cem alunos matriculados e o município conta com 11, sendo que poderia haver, segundo o levantamento, uma diminuição de 36,4%.
    Uma alternativa à economia dos insumos seria a majoração dos resultados com um aumento de produção. No entanto, como o desempenho é considerado satisfatório na esfera municipal, o ideal seria mesmo economizar, mantendo a performance.  Aplicar recursos e destinar profissionais para outras atividades educacionais e culturais, permitidas pela legislação, seria uma opção.
    Segundo os números apontados pela pesquisa, pouco poderia ser feito para melhorar os quesitos retenção escolar e taxa de aprovação, já que ambos contam com um percentual de 99,9%. O índice de proficiência, mensurado pela nota do Ideb 2017, poderia subir dos atuais 6,37 para 10, realizando um ajuste de aproximadamente 57%, contudo, o indicador é tido como adequado para os padrões atuais.

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