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    03/01/2019 09h26 - Atualizado em 03/01/2019

    Parques terão regularização

    Meio Ambiente

    Parques terão regularização
    Alvo de especulações desde o período eleitoral de que poderia ser fundido ao Ibama, o Instituto Chico Mendes para a Conservação da Biodiversidade (ICMBio) deve continuar existindo como órgão próprio no governo de Jair Bolsonaro, que se iniciou ontem. Ao menos num primeiro momento. A manutenção desse status está condicionada à análise do funcionamento das duas instituições, de modo que a hipótese de fusão ainda não está descartada.

    Titular
    É o que explica o veterinário Adalberto Eberhardt, indicado por Ricardo Salles, futuro ministro do Meio Ambiente, para assumir a presidência do ICMBio. “Mas a tendência é que isso só venha a acontecer se for entendido que realmente é fundamental. Caso se perceba que as duas instituições separadas não estão cumprindo com aquilo que devem cumprir, que é serem os implementadores da política nacional do meio ambiente”, disse.

    Alívio
     A mera indicação do seu nome, porém, já trouxe um alívio para os servidores do órgão, que temiam sua extinção imediata na nova gestão. Eberhardt também é conhecido da comunidade ambientalista como um conservacionista. Ele foi fundador e presidente da Fundação Ecotrópica, responsável por gerir quatro reservas particulares no entorno do Parque Nacional do Pantanal, no Mato Grosso.

    Planos
    Ele evitou listar seus planos à frente do instituto, responsável por gerir as unidades de conservação federais - são 335 no País -, mas disse que há duas prioridades no novo governo: fortalecer a gestão das unidades e fazer sua regularização fundiária. “Há uma crítica constante de que o Brasil tem milhares de hectares de parques, mas só no papel. Isso porque em boa parte os processos de desapropriação nunca aconteceram. É uma culpa histórica, não só desse governo que está saindo. Não dá para falar em manejar uma unidade de conservação que não é totalmente do poder público se tem pessoas lá dentro”, diz.

    Uso público
    Eberhardt afirmou que aprimorar o uso público dos parques nacionais também é uma preocupação do novo governo, ecoando o posicionamento do chefe, que em mais de uma ocasião defendeu o turismo como “fórmula para a preservação”. Logo após ser eleito, Bolsonaro postou no Twitter: “A alegação do intocável age em prol de pequenos grupos, sugar a mente de inocentes, encher o bolso de poucos e dominar a grande maioria envolvida, travando o verdadeiro desenvolvimento!”.

    Cidadão
     Para o veterinário, o uso público é uma forma de aproximar as unidades do cidadão. “Nada melhor que uma unidade que tenha um processo de integração com a sociedade para subir o nível de consciência ecológica do País. Sem isso não vamos mudar muita coisa”, diz, defendendo que esse é um esforço que deve ser feito. Inclusive no que se refere aos projetos de concessão à iniciativa privada de serviços, que ganhou força no final da gestão Temer. 

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