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    23/11/2018 07h05 - Atualizado em 23/11/2018

    Jornalista lança livro sobre Boate Kiss

    A TRAGÉDIA DA BOATE KISS EM SANTA MARIA É NARRADA EM LIVRO RECÉM-LANÇADO POR VICTOR BORGES

    Laura Abreu - Especial para a Folha

    Autor do livro “Destino: crer ou não crer” e coautor do livro “O retiro dos artistas”, o jornalista Victor Borges está lançando sua terceira obra: Santa Maria A tragédia da Boate Kiss. O livro traz ao leitor a trágica história do incêndio na Boate Kiss em Santa Maria, que matou 242 pessoas e deixou outras 680 feridas na madrugada do dia 27 de janeiro de 2013.
    O escritor de Barretos/SP tem 35 anos e é formado em administração de empresas pela Usp, com pós graduação em filosofia, acadêmico do curso de direito e membro da Academia Latino Americana de Ciências Humanas e da Academia de Letras de Taguatinga e Jatai.
    A tragédia que comoveu o Brasil é narrada nas 183 folhas do livro, lançado pela Editora Anjo em 16 de maio deste ano. Em turnê de lançamento por todo o país e divulgando o livro em diversos meios de comunicação, Borges aproveita para ministrar voluntariamente, sobretudo para universitários, palestras e conversas sobre a prevenção da vida humana em ambientes de festas e eventos. A obra pode ser adquirida pelo site da editora (editoraanjo.com.br), pelo facebook do próprio autor Victor Borges ou pelo telefone (17) 98171-6895.
    O livro tem como proposta relembrar e tornar presente o acontecimento, denunciando que o ocorrido não pode ser esquecido. “Especialmente para servir de alerta para as pessoas, para que elas fiquem vigilantes na prevenção e também na precaução quando forem se dirigir a algum ambiente de festas e eventos. E que esses ambientes pelos empresários tenham em primeiro lugar um zelo pela segurança da vida das pessoas”, comentou Borges.
    Produzido através de um trabalho de campo, que se iniciou em 2015 e levou o jornalista para a cidade de Santa Maria para colher informações, o livro explana o lado da família das vítimas, autoridades e dos advogados de defesa dos acusados.
    “Eu estive lá conversando com esses familiares, com sobreviventes e com as autoridades e também um mergulho no processo judicial, um processo enorme de 20 mil páginas e 70 capítulos, em função de serem 242 vítimas fatais e mais de 680 feridas, uma tragédia de dimensão muito grande. Acho importante ter ido ao local e feito também a pesquisa documental, que através da leitura do processo judicial,eu consegui pegar muitas informações para colocar na obra”,
    Borges conversou com 15 famílias das 70 participantes da Associação das Vítimas da Tragédia de Santa Maria (AVTSM), que presta assistência psicológica, farmacêutica e judicial para os sobreviventes e familiares. O jornalista confessou que o processo de entrevista dos familiares foi muito emocionante e que nem todas as famílias se sentiram confortáveis para falar do assunto.
    “Eu me coloco no lugar delas. Muitos pais não querem falar sobre o tema, outros estão muito engajados pensando resolver de forma justa o caso, mas sobretudo, para que haja justiça em relação a apuração de responsabilidades e segundo para que as leis possam ser modificadas no sentido de preservação. Eles estão pensando em si, mas de forma muito nobre pensando em outras, que possam se tornar passiveis de enfrentar uma situação como essa. A conversa por tanto uma carga emocional muito forte e muito densa, que eu procurei traduzir neste trabalho. Para o jornalista que precisa de isenção e fidelidade aos fatos é um trabalho hercúleo, complicado e difícil, porque você esta lidando a todo momento com emoções, com dores e você também é ser humano, aquilo te atinge”, confessou Borges.
    Quando questionado sobre o interesse pelo tema, o escritor disse que o jornalista necessita prestar serviço para a sociedade e a forma que ele encontrou de fazer isso é através do livro, que é uma alerta direcionada para os jovens e autoridades.
    O escritor comentou também que pensa que se houver um dialogo com as pessoas que lêem o livro, uma conversa entre pais e filhos e uma sensibilização das pessoas pelos pontos destacados no exemplar, ele ficará satisfeito.
    “Eu creio que nos estamos cumprindo uma boa missão vejo que a causa é muito relevante, nossa trabalho nesse sentido e de poder levar esse trabalho para frente e temos conseguido falar com várias pessoas em várias partes do país”, finalizou Borges. 

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