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    11/10/2018 08h49 - Atualizado em 11/10/2018

    Projeto torna teste do olhinho obrigatório em hospital

    Da Redação
    C. R. CLARO - Projeto de autoria da vereadora Angela Vitor, aprovado pela Câmara, torna obrigatória a realização de exame oftalmológico em todas as crianças nascidas no município. Conhecido como teste do olhinho, é um procedimento que pode ser realizado ainda na sala de parto de modo simples e rápido. O exame é capaz de detectar diversos problemas, podendo evitar complicações que levem à cegueira.
    O Projeto de Lei nº 032/2018 foi aprovado e segue para sansão do prefeito. A vereadora proponente disse que o aparelho para realização tem um custo baixo que vai de R$800 a R$1.200, ainda mais comparado ao grande benefício que proporciona aos recém-nascidos. 
    “A grande importância do exame é a detecção precoce de doenças que podem ser tratadas antes de seu agravamento, como é o caso de tumores, catarata congênita, traumas de parto e erros de refração. Segundo dados estatísticos, as alterações atingem 3% dos recém-nascidos em todo o mundo”, explicou a vereadora Angela na exposição de motivos do projeto.
    O projeto estabelece que fica a cargo da Prefeitura exigir a obrigatoriedade do hospital e que o departamento de saúde fará a fiscalização.
     
    Repasse para a Prefeitura
    O vereador Juliano Alves da Silva (Pão de Queijo) solicitou ao Presidente da Câmara José Joaquim Silva (Zé Pequeno), na reunião passada, que adiantasse a devolução de R$100.000 do duodécimo da Câmara para a Prefeitura. O objetivo seria investir na realização de pequenas cirurgias.
    O presidente Zé Pequeno disse ter procurado o diretor do Departamento de Fazenda, Evaldo Bento de Melo, para solicitar uma garantia de que, se repassado, o dinheiro será destinado a essa finalidade. No entanto, parece não haver dotação para receber o recurso, o que está sendo confirmado pela seção de contabilidade. Assim, o presidente aguarda retorno da Prefeitura. “Se eles conseguirem a dotação, eu passo o dinheiro. Agora, se eles não tiverem dotação, eu não posso fazer nada”, explicou Zé Pequeno.

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