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    28/09/2018 09h56 - Atualizado em 28/09/2018

    Consumidor

    Vigilância tem normas para sorveterias

    A mudança de estação já antecipa um hábito que nós, brasileiros, gostamos muito de fazer quando as temperaturas estão mais elevadas: tomar sorvete. Na semana que passou comemorou-se o Dia do Sorvete. E também esta delícia tem algumas regras que as sorveterias devem seguir para evitar que as pessoas tenham problemas ao consumir produtos nestes estabelecimentos. Boa parte das recomendações está presente na “Cartilha sobre boas práticas para serviços de alimentação”, desenvolvida pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), enquanto outras cabem à Agência de Proteção e Defesa do Consumidor. As normas valem tanto para a venda do sorvete no peso quanto para os produtos armazenados em embalagens para consumo fora da loja.

    Visual
    Um detalhe visual importante, conforme a cartilha do Sebrae sobre “Como montar uma sorveteria”, é observar, ao entrar no estabelecimento, se ele possui balcão de atendimento aos clientes e espaço para mesas, cadeiras e sanitários. A sorveteria ainda deve ser mantida em perfeitas condições de ordem e higiene. A cartilha recomenda aos empreendedores que querem investir no segmento que optem por lojas com, no mínimo, 35 metros quadrados.

    Alimentos deteriorados
    Também os sorvetes, a exemplo de vários alimentos, podem se deteriorar, causando problemas à saúde do indivíduo que os ingerir. As bactérias podem causar intoxicação alimentar, cólicas intestinais e diarréia excessiva, deixando o indivíduo debilitado, com sensação de mal estar e vômito.

    Diferenças
    O processo de refrigeração é utilizado para a armazenagem temporária dos alimentos. Neste caso, o tempo de conservação é menor, porém as propriedades sensoriais e nutricionais não são tão afetadas. Já o processo de congelamento é utilizado para uma armazenagem mais duradoura dos alimentos. Ele transforma a água em gelo, fazendo com que o produto demore mais tempo para se deteriorar.

    Como surgiu
    Segundo a Associação Brasileira das Indústrias e do Setor de Sorvetes (Abis), o sorvete surgiu na China, a partir da ideia de misturar neve com frutas. Depois, a técnica foi passada aos árabes, que criaram caldas geladas chamadas de sharbet, e que, mais tarde, se transformaram nos famosos sorvetes franceses sem leite, os sorbets. Com a chegada à Itália, a preparação ganhou o mundo. No Brasil, o sorvete ficou conhecido em 1834, quando dois comerciantes cariocas compraram 217 toneladas de gelo, vindas em um navio norte-americano, e começaram a fabricar o produto com frutas brasileiras. Na época, não havia como conservar o sorvete gelado e, por isso, tinha que ser tomado

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