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    24/09/2018 09h49 - Atualizado em 24/09/2018

    Museu de Poços de Caldas adquire peças da Estação da Mogyana

    Da Redação
    POÇOS DE CALDAS – O quarto museu da nossa série de reportagem sobre ambientes históricos da região é o Museu Histórico e Geográfico de Poços de Caldas. Fundado inicialmente em 1972, no Country Club, o museu passou a funcionar desde 1996 na mansão Villa Junqueira e é uma das construções mais antigas da cidade, idealizada em 1898 pelo arquiteto italiano João Batista Pansini. As peças do acervo retratam um pouco da história de pessoas e personalidades poços-caldenses que, juntas, reúnem mais de 1.800 artigos. A aquisição mais recente foram peças da Estação da Mogyana, que demonstram a importância da linha férrea para a região.
    Apesar de nunca ter acontecido nenhum episódio trágico no local, o Museu Histórico e Geográfico não conta com o Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros (AVCB). O coordenador do espaço, Thiago dos Santos Quinteiro, comentou que, desde que assumiu a administração do museu, já existia essa preocupação de providenciar o documento. “No primeiro semestre deste ano, a Secretaria de Cultura voltou a insistir na conclusão do projeto pela Secretaria de Projetos e Obras Públicas para entregar ao Corpo de Bombeiros e dar andamento no pedido. Agora, com o que aconteceu no Rio de Janeiro, a Prefeitura está adiantando o processo, o projeto arquitetônico já foi encaminhado da Secretaria de Planejamento para Obras e a previsão é de entregar o projeto aos bombeiros no início de outubro”, detalhou o coordenador.
    Uma semana após o incêndio no Museu Nacional, no Rio de Janeiro, o Corpo de Bombeiros visitou o local para reforçar a necessidade de regularizar o prédio. Apesar da preocupação, Thiago contou que a estrutura do museu está conservada e que o espaço necessita de apenas alguns pequenos consertos. “No geral, os reparos a serem feitos são mínimos, como a janela que não abre porque o madeiramento está comprometido, infiltração em algumas paredes, goteiras na sacada e pintura”, disse.
    Um dos fatores que garante a segurança no local são as três saídas de emergência. “Isso é muito positivo, a maior dificuldade em prédios históricos é o de construir esse tipo de saída, já que muitos são patrimônios históricos e não podem sofrer alterações estruturais. O museu é privilegiado nesse sentido”, afirmou Thiago. A estrutura também possui oito extintores espalhados pelo edifício, em pontos indicados pelo departamento de Segurança do Trabalho da Prefeitura; além de dois hidrantes, um do lado de fora e outro no pátio do museu. A edificação ainda possui acesso apropriado para cadeirantes e um elevador, que recebeu nessa última sexta, 21, alguns reparos técnicos. E, para coibir atos de vandalismo, o local conta com um vigia no período noturno.
    O público que prestigia o acervo do museu varia de acordo com o mês. “Os melhores índices de visitação são em maio, julho e dezembro, ocasiões em que o número de visitantes chega a quase cinco mil pessoas. Em controvérsia, o mês de agosto foi o que registramos menor número de pessoas, pouco mais de 1.700, entre turistas e moradores da cidade”, relembrou o coordenador do museu, Thiago Quinteiro.
    Conheça o amplo acervo do museu, em que se destacam o mobiliário dos primeiros moradores, fotografias que registram a passagem de pessoas importantes, como D. Pedro II e Juscelino Kubitschek, bem como um rico acervo iconográfico e de periódicos. Não é cobrada taxa pela visita, e o museu funciona de terça a sexta, das 8h às 18h; sábado, das 12h às 18h; e domingo, das 8h às 12h. Para dúvidas ou mais informações, entre em contato pelo telefone (35) 3697-2197.
     
    Primavera dos Museus
    Vale lembrar que, no início desta semana, na segunda-feira, 17, o Museu Histórico e Geográfico recebeu a 12ª edição da Primavera dos Museus. Até este sábado, 22, a programação incluiu palestras, teatro e um sarau de poesias.
    A realização é uma proposta do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), com uma parceria do Sistema Brasileiro de Museus, do Ministério da Cultura, do Governo Federal e do Museu Histórico e Geográfico. 
    A Primavera dos Museus acontece todo ano, em várias cidades do país, com um tema diferente e possui o objetivo de divulgar e intensificar a relação da população com os museus brasileiros. Nesta 12ª edição, a proposta é trazer a temática “Celebrando a Educação nos Museus”.
    A programação deste sábado se inicia a partir das 14h, com a inauguração da exposição “Floradas Urbanas”, no 1º andar do prédio. Às 16h, acontece a ‘Tarde Poética’, realizada pelo edital Pró-Museu, que seleciona programações para ocupar o espaço e que, nesse período vespertino, proporcionará um sarau com poesia, roda de conversa e música.

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