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    14/09/2018 06h00 - Atualizado em 14/09/2018

    Exagero deixa adolescentes desconectados do mundo

    ESPECIALISTA REFORÇA QUE PAIS DEVEM FICAR ATENTOS aO COMPORTAMENTO DOS FILHOS QUANDO HÁ USO DE TECNOLOGIAS POR PERÍODO PROLONGADO. EM CASOS EXTREMOS, ATÉ O SONO FICA COMPROMETIDO

    GRACIELA NASR
    PASSOS - O Brasil já conta com mais de 25 milhões dos chamados nativos digitais, nascidos e criados a partir da década de 1980, na era dos games e da internet. Contrariando prognósticos de que a tecnologia apenas ajudaria a multiplicar informações e o círculo de amizades, muitas crianças e adolescentes nunca estiveram tão desconectados do mundo. Parecem hipnotizados por seus aparelhos móveis, perdendo a vontade de brincar ao ar livre, estudar e até de conversar entre si e com os familiares, sem intermediação das telas. 
    Os aparelhos eletrônicos já foram acusados de causar problemas como obesidade, déficit de atenção, timidez e agressividade excessivas. Outros estudos, porém, alardearam seus benefícios no desenvolvimento de noção espacial, habilidades visuais e motoras e no combate ao declínio mental que surge com a idade. A tecnologia, diz a psicóloga cognitiva/comportamental Luma Santana Rodrigues Oliveira, não é vilã nem mocinha. O segredo é o uso adequado. Mas, para pais de crianças e adolescentes da geração digital, isso nem sempre é algo fácil de definir. 
    “Proibir não é a saída, até porque, com a dispersão da internet, é facilmente possível que a criança ou o adolescente encontre maneiras de se conectar mesmo sem a permissão dos pais. E é muito pior que ele faça isso sem a devida supervisão!”, esclareceu a psicóloga. 
    Já em se tratando de adolescentes, fica muito mais difícil, pois, dificilmente um adolescente com mais de 13 anos não estará com um celular na mão. “O segredo é o diálogo em família e o monitoramento do que o jovem anda acessando; isso é fundamental. Muitos andam desconectados com o que o cerca. Parecem hipnotizados por seus aparelhos móveis, perdendo a vontade de estudar, de conversar entre si e com os familiares. 
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