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    16/05/2018 10h57 - Atualizado em 16/05/2018

    Comunidades começam a receber fossas sépticas

    Da Redação
    S. S. PARAÍSO - A primeira, de pelo menos cinco fossas sépticas da parceria entre a Prefeitura de São Sebastião do Paraíso e uma empresa exportadora de café (Olam Coffe Exportadora), foi construída na zona rural do município. A obra ocorreu na residência de Marcos Alberto de Souza, na comunidade rural da Faxina. A iniciativa, conforme a secretária municipal de Meio Ambiente, Yara de Lourdes Souza Borges, é uma questão de saúde pública, de qualidade de vida, inclusive um cuidado a mais com o aspecto ecológico.
    As comunidades rurais da Faxina e das Mercês são as pioneiras no programa, onde a parceria está sendo desenvolvida com a prestação de serviços e assistência ao homem do campo. O projeto tem, entre os seus objetivos, a conscientização ambiental com a proposta de trabalhar temas relacionados à vida do produtor rural como a autoestima e desenvolvimento de potencialidades. A intenção é levar o programa para as outras associações de produtores rurais do município.
    A construção desses dispositivos é parte de uma frente de trabalho desenvolvida entre a Prefeitura e a empresa. O acordo prevê que o material será doado pela parceira, enquanto que o município faz a parte de infraestrutura. “Já o produtor entrará com a mão de obra. “Tivemos a participação do pessoal da secretaria de Obras, que fez a trincheira e contribuiu, nesse caso, levando o pessoal e doou parte do encanamento e as conexões para o funcionamento”, descreveu o chefe do departamento de Agricultura, Marco Aurélio Alves de Paula, que tem acompanhado todas as etapas do projeto.
    Conforme disse Yara, a construção dessas fossas sépticas deve ser considerada uma inovação e um avanço. “O saneamento rural é muito importante por ser uma questão de saúde, de preservação ambiental”, comentou. A secretária fez questão de ressaltar que o sucesso dessa iniciativa da Prefeitura se deve à participação das empresas parceiras e de órgãos como a Emater, o Senar, a Copasa, a Associação Comercial, o apoio do empresário José Bertozzi e da Secretaria Municipal de Obras.
    De acordo com Marco Aurélio, o projeto foi pensado para potencializar o impacto positivo das fossas. O sistema escolhido é um dos mais modernos, com três equipamentos. O primeiro é uma fossa, o outro é um filtro biológico e o último é um sumidouro, trabalhando por gravidade e dispersando o rejeito sem que ocorra contaminação no solo. “O próximo local a ser atendido é a residência de Rosita Dramis, na mesma comunidade”, finalizou.
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