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    13/03/2018 09h59 - Atualizado em 13/03/2018

    Parte dos servidores adere à paralisação em Paraíso

    SERVIDORES DE DUAS ESCOLAS ADERIRAM À PARALISAÇÃO INTEGRALMENTE, ENQUANTO UMA ESTÁ PARALISADA PARCIALEMENTE. 35ª SUPERINTENDÊNCIA REGIONAL TAMBÉM OPTOU PELO MOVIMENTO. SINDICATO AGUARDA RESPOSTA

    RALPH DINIZ
    S.S. PARAÍSO - Centenas de alunos da rede estadual de ensino iniciaram a semana sem aulas em São Sebastião do Paraíso. Isso, porque professores e outros profissionais da educação de três escolas da cidade aderiram à paralisação da categoria, deflagrada durante assembleia do Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação de Minas Gerais (Sind-Ute/MG) na última semana. Servidores da 35º Superintendência Regional de Ensino (SRE) também aderiram ao movimento.
    As escolas estaduais Benedito Ferreira Calafiori (Ditão) e Paula Frassinetti aderiam integralmente ao movimento; e a E.E. Clóvis Salgado está com parte de seus serviços paralisados. Entre as exigências dos servidores da educação estão o pagamento do piso salarial conforme acordo assinado entre o sindicato e o Estado, o fim do parcelamento dos salários e do 13º, cumprimento dos acordos assinados e atendimento de qualidade pelo Instituto de Previdência dos Servidores do Estado de Minas Gerais (Ipsemg).
    “A greve está em construção, nossas demandas são legítimas e estamos apenas cobrando o cumprimento de uma lei aprovada pelo próprio governo, não é aumento salarial. A lei vinha sendo cumprida parcialmente, mas este ano ficou insustentável, porque tivemos uma defasagem em dois anos no piso, temos retroativos de 2016 e 2017 em atraso, porque o Governo demorou a aplicar o reajuste, então ficaram passivos para trás”, disse o coordenador da subsede do Sind-Ute/MG em São Sebastião do Paraíso, Reinaldo Cesário.
    Conforme disse o representante do sindicato, os servidores ativos e inativos têm encontrado dificuldades em relação ao atendimento pelo Ipsemg. “As clínicas e médicos estão cortando os atendimentos. A contribuição do valor do plano de saúde é descontada no contracheque do servidor e ele não está sendo atendido”, contou. Segundo informações obtidas pela reportagem, muitos médicos deixaram de atender a pacientes pelo convênio, devido à falta de pagamento por parte do Estado. 
    Ainda de acordo com Cesário, o governador Fernando Pimentel não cumpriu o acordo de progressões e promoções de carreira prometidos aos servidores. “Se há a lei, aprovada por nossos deputados e sancionada pelo governador, e não é cumprida, que país nós teremos para o futuro? O prejuízo é gigantesco em nossa vida funcional e tentamos de todas as maneiras um diálogo com o governo sem precisar recorrer à greve, mas o governo se nega a isso”, concluiu. 
    Os rumos da paralisação dos servidores estaduais da educação devem ser definidos na próxima semana, quando a Secretaria de Educação em Minas Gerias deve se posicionar a respeito das reivindicações da classe. 
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