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    12/01/2018 09h25 - Atualizado em 12/01/2018

    FATO CAPITAL Maia amplia movimento de candidatura

    Alex Capella
    Na segunda quinzena de maio do ano passado, os corredores do Congresso estavam agitados. Era uma quinta-feira, dia 18. Pela manhã, os poucos congressistas que circulavam por Brasília davam como certo o término antecipado do governo Michel Temer (PMDB), assunto seriamente discutido naquela manhã, horas depois da revelação de que o presidente havia sido gravado de forma comprometedora no porão do Palácio do Jaburu. Até uma carta de renúncia chegou a ser redigida, mas o texto acabou nunca vindo a público. Oficialmente, ele nunca existiu. Ao mesmo tempo, interlocutores do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM), continham a comemoração pelo fato de o deputado estar prestes a assumir a Presidência da República. Como vimos, isso também não aconteceu.
     
    Deputado teve chance 
    de assumir a cadeira
    Maia, àquela altura, tinha a Câmara dos Deputados nas mãos. Poderia, se quisesse, ter forçado a barra e empurrado Temer ladeira abaixo. Não quis a pecha de “golpista”. Optou por deixar o destino selar seu futuro. Para muitos, perdeu a chance única de ser tornar presidente do Brasil. Para outros, alicerçou ali sua candidatura para 2018 ao demonstrar lealdade e, principalmente, comprometimento com os deputados da base aliada. Oito meses depois, Maia cobra a fatura pela lealdade. Sinaliza com o desejo de se lançar candidato a presidente. Enxerga um vazio que pode ser ocupado por quem já tem apoio da grande maioria do Congresso e que demonstra confiança para o mercado. Falta convencer o eleitor.
     
    Parte da fatura vem 
    sendo recebida
    Com os seus movimentos agudos rumo à candidatura, Maia já vem recebendo parte da fatura. O presidente Temer afirmou que o presidente da Câmara “só tem a ganhar” ao se movimentar pela sucessão presidencial. E Temer foi além. Admitiu preferir que o ministro Henrique Meirelles (PSD) continue no Ministério da Fazenda a disputar a eleição. Em tese, Meirelles seria o sucessor “natural” do governo Temer, já que o MDB não deverá apresentar candidatura própria e o ministro seria o único, até por obrigação, a defender o legado do governo Temer em uma campanha eleitoral. Maia já disse que o presidenciável da base governista “não precisa ter Temer escrito na testa”. Por sua vez, o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), outro que postula o apoio de Temer, também não demonstra interesse em carregar tal legenda nem na testa ou em qualquer outro lugar.   
     
    DEM não mudará 
    de nome
    O DEM adiou, mais uma vez, a sua convenção que deverá acontecer apenas depois do dia 19 de fevereiro, quando está marcada a votação da reforma da Previdência. Porém, mesmo antes da convenção, o partido engavetou a ideia de entrar na onda que acomete os partidos brasileiros e não vai mais se chamar Mude!. Ao mesmo tempo, o partido também definiu que o prefeito de Salvador, ACM Neto, assumirá a presidência da legenda. A ordem no DEM é continuar inflando as velas da candidatura de Maia ao menos até o fim de fevereiro. O partido também quer firmar uma posição de independência em relação ao PSDB, tradicional aliado. Afinal, Alckmin não decolou nas pesquisas, algo que motiva setores do mercado e partidos como PP e SD a colocarem pilha na candidatura de Maia.

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