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    16/12/2017 08h55 - Atualizado em 16/12/2017

    Professora ensina Libras a alunos da São José

    Dando seguimento às comemorações desse mês em alusão ao Dia Internacional da Pessoa com Deficiência, celebrado anualmente no dia 3 de dezembro, a reportagem dessa edição traz alguns exemplos de escolas da região que desempenham atividades de conscientização e ensino da cultura surda.

    A Escola Estadual São José desenvolve atividades que estimulam o aprendizado da Língua Brasileira de Sinais (Libras) através do Projeto Integral Integrador, que acontece todas as manhãs, no período contra turno dos alunos do Ensino Fundamental II. A professora responsável, Júnia Karine Ferreira Silva, leciona a disciplina Comunicação, Uso de Mídias e Tecnologias, a qual abrange o Braille e a Libras como ferramentas de inclusão social de pessoas com deficiência.

    A respeito da Libras, Júnia explicou que o método de aprendizado foi ela mesma quem elaborou. “Eu comecei a aprender linguagem de sinais quando tinha 10 anos de idade. Na faculdade, sempre gostei muito dessas temáticas e pretendo realizar minhas pós-graduação em educação especial. Sendo assim, elaborei um método para trabalhar com meus alunos. Primeiramente, ensino-lhes o alfabeto, depois os numerais e, por último, saudações de nosso cotidiano, como bom dia, por favor, obrigado”.

    Apesar de não haver aluno com deficiência auditiva na E. E. São José, a professora destaca a relevância das aulas para os demais estudantes. “A Libras ajuda no desenvolvimento de diferentes aspectos. No começo, os alunos tinham dificuldade em articular os gestos em silêncio. Eu percebi que muitos eram extremamente dependentes da linguagem verbal. Então fomos trabalhando isso e hoje observo uma melhora na comunicação e na coordenação motora dos meninos. Além disso, é válido ressaltar o valor dessas aulas para a inclusão. Quando os alunos tiverem contato com algum colega especial, eles saberão compreendê-lo e acolhê-lo da melhor forma”, afirmou.

    Assim contou o estudante Gustavo Henrique Marques Silva, de 12 anos. “Eu aprendi que mesmo que a gente não tenha nenhuma deficiência, devemos aprender Libras ou Braille para o futuro. Nunca sabemos se um dia iremos precisar para se comunicar com amigos ou mesmo familiares. As aulas são mais importantes do que imaginamos”.

    O aluno Müller Gonçalves Silva, 13 anos, finalizou dizendo que “com as aulas, aprendemos a ser mais amigos uns dos outros. A professora nos ensina a promover a inclusão social a todas as pessoas deste mundo. Nós temos um compromisso de tornar o mundo mais justo e mais legal para a convivência de todos”. 

    16/12/2017
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    Professora ensina Libras a alunos da São José

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