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    27/11/2017 10h03 - Atualizado em 27/11/2017

    Black Friday impulsiona número de novos consumidores no comércio eletrônico

    SÃO PAULO - De acordo com dados do Mercado Pago, empresa de intermediação de pagamentos pela internet que pertence ao grupo Mercado Livre, a Black Friday atraiu um número maior de novos consumidores para o comércio eletrônico do que o registrado na média do ano. No período das 17h da última quinta-feira, 23, até as 16h de anteontem, o número de novos compradores cresceu 73%. Os dados têm como base o volume registrado no Mercado Livre e outras plataformas que utilizam o Mercado Pago.
    Na comparação com a média de novos consumidores registrada na Black Friday do ano passado, o crescimento foi de 44%. “O e-commerce fica em evidência nesta data e, com isso, quem nunca comprou online decide fazer a experiência. A tendência é que esses novos compradores se tornem consumidores online frequentes depois da data promocional”, afirma Tulio Oliveira, diretor do Mercado Pago no Brasil.
    A maratona de compras, porém, mais uma vez foi acompanhada de uma enxurrada de reclamações. Segundo o site Reclame Aqui, especializado em queixas de consumidores, foram registradas, até às 18 horas de sexta, 2.378 reclamações. No ano passado, no mesmo horário, eram 1,5 mil reclamações.
    Porém, esse aumento precisa ser ponderado. A Black Friday está crescendo ano a ano e, de acordo com o Ebit, que mede a reputação das lojas virtuais por meio de pesquisas com consumidores, o esperado era atingir R$ 2,190 bilhões em vendas este ano, uma alta de 15% em relação ao ano passado. A Associação Brasileira de Comércio Eletrônico, por sua vez, estimava que a data movimentasse R$ 2,5 bilhões, um aumento de 18% em relação ao ano passado.
    De acordo com o Reclame Aqui, a principal queixa foi a propaganda enganosa, representando 14% do total. Em seguida, estão as reclamações com problemas para finalizar a compra (9,8%) e a divergência de valor na hora em que se coloca o produto no carrinho (9%). Os produtos que representam o maior número de reclamações são os smartphones (8,3%), TVs, (4%) e perfumes (2,1%). Apesar do número alto de reclamações, o diretor de marketing do Reclame Aqui, Felipe Paniago, acredita que os consumidores estão mais bem preparados para identificar se as ofertas são verdadeiras ou não.
    Na internet, os cibercriminosos também aproveitaram a data para atacar. O laboratório DFNDR Lab, laboratório especializado em crimes na internet, identificou mais de 160 ofertas falsas que mencionam a Black Friday desde o início do mês. De acordo com Emílio Simonio, diretor do DFNDR Lab, a projeção era de que fosse identificado um aumento de 600% de detecção de fraudes em relação ao ano passado.
     
    Nas ruas
    Apesar de a Black Friday ter nascido como um evento para a internet, vem atraindo cada vez mais as lojas de rua. Segundo a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo de São Paulo (FecomercioSP), a Black Friday deve consolidar o processo de reversão do pior ciclo recessivo vivido pelo comércio, iniciado em 2014 e que perdurou até 2016. 
    Nas ruas de São Paulo, porém, não se viu um frisson generalizado de compras, o que levou a reclamações de vendedores que apostavam na data. No trecho que concentra as lojas de decoração na Rua Teodoro Sampaio, conhecido reduto de compras no bairro de Pinheiros, na zona oeste da capital paulista, a falta de clientes incomodava Maria Aparecida Lemes, dona de uma franquia da loja de colchões Ortobom. Para ela, falta para os lojistas da região um “espírito animal” para datas importantes do varejo, como a Black Friday. “Na rua, é muito cada um por si”, disse.
    Também na Teodoro Sampaio, na esquina com a Praça Benedito Calixto, uma loja de tintas estava com várias promoções especiais, mas o movimento permanecia o mesmo de qualquer outro dia. “Não melhorou nada. O máximo que aconteceu foi que alguns clientes que nos visitaram hoje ficaram surpresos com os descontos.
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