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    24/11/2017 12h00 - Atualizado em 24/11/2017

    Do Leitor: Pães quentes

    A realidade começa ao amanhecer e atingir o ápice às três horas da tarde. É nesta hora em que muralhas das adversidades tentam impedir os sonhos de ultrapassá-los. É como uma estrada de roça em dia de chuva em que nosso carro atola no barro e só saem com ajuda de nosso trator intimo. É a onda mais alta para o surfista transpô-los ou afogar na sua intensidade.
    Às três horas da tarde as ruas da cidade move mansamente e o povo caminha psicologicamente arrastado pelos obstáculos que impedem avançar o sinal do sucesso.
    Às três horas da tarde o sol arrebentador seca nossas ilusões, maltratando a realidade de dificuldades parasitárias. A vida às três horas da tarde recebe de nós mesmos o sinal vermelho onde nossos projetos são anestesiados e nossas utopias sepultadas. Às três horas da tarde onde nossa força intima são dilaceradas por tufões incendiários capazes de deixarem tudo em cinzas.
    Transpor esta hora critica é necessário entrar nas padarias da vida e comprar pães quentes. Que saindo do forno no momento para saciar nossa alma despida de sonhos. Só os sonhos antecedentes são capazes de transpor com facilidade o mais declinante morro das três horas da tarde. Pães quentes para saciar a alma cética de sonhos das três horas da tarde são os instrumentos potentes para vencer por dentro todas as armas destruidoras de nosso campo de batalha intimo.
    Aprenda adquirir força intima de acordo do declive do morro. Aumente a musculatura, alimentando de pães quentes para a alma, pois a leveza intima fará voar transpondo toneladas de muralhas estáticas mesmo as das três horas da tarde quando a realidade parece atingir o limite de altura das nuvens.

    Juarez Alvarenga – Coqueiral/MG E- mail: juarezalvarengacru@gmail.com

     

    Tudo, menos o passado
    A população brasileira, depois de tanta roubalheira provocada pelo lulodilmismo, de tão sem perspectivas, corre igual barata tonta em busca de um candidato bom e honesto para 2018. Portanto, não é sem objetivo que, tanto na esquerda quanto no centro e na direita, estão aparecendo tantos neófitos se autointitulando salvadores da Pátria.
    Mas, no fundo, sabemos que quanto mais divididas as opiniões, quanto mais se sentir sem um representante, os brasileiros ou vão se abster, preferindo aproveitar o fim de semana a enfrentar as urnas, ou darão seu voto ao mais simpático, pulverizando as eleições de tal jeito que o ex-presidente Lula, que tem 30% de “militontos”, faça sol ou faça chuva, poderá chegar à vitória. Portanto, contra ou a favor, darei, como em todas as eleições, meu voto àquele que derrubar para sempre este engodo chamado Lula da Silva. Depois a gente cobra incessantemente do vencedor as promessas de campanha. Qualquer cenário é melhor do que o passado.

    Beatriz Campos - São Paulo/SP 

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