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    24/11/2017 08h19 - Atualizado em 24/11/2017

    Argumento recebe peça de teatro e dança

    A peça, tem a participação do grupo de dança árabe, flash dance e jazz, com temática na mitologia grega, a caixa de Pandora é conhecida por ser a origem de todas as tragédias humanas

    Fernanda Freire - Especial para a Folha

    O Argumento Hall recebe nos dias 25 e 26 de novembro a comédia A caixa de Pandora, a partir das 20h. Com 1h20 de duração, o espetáculo se passa em um estúdio de dança onde é encontrado, por uma criança, uma caixa misteriosa, que descobre-se, no decorrer da história, ser a temida caixa de Pandora.
    Como se sabe pela mitologia grega, a caixa de Pandora é conhecida por ser a origem de todas as tragédias humanas. Com a abertura do objeto, os personagens passam por diversos momentos de tensão, mas sempre com um tom de humor entre os acontecimentos.
    A peça, além de ser teatral, tem a participação do grupo de dança árabe, flash dance e jazz da professora e também roteirista do espetáculo Nathany França e conta com a participação do grupo Cia Teatral Passos Encena.
    Os ingressos custam R$15 e os pontos de venda são a loja Junya Perfumaria e o Gapop-R, instituição que recebe metade da renda do espetáculo.com.br

    Feira
    Em São Sebastião do Paraíso a segunda edição da Feira do Livro, promovida pela Escola Municipal Campos do Amaral, acontecerá nesta sexta-feira, 24, a partir das 8h30. O evento é fruto de um trabalho de incentivo à leitura desenvolvido por todos os alunos da escola, tem o envolvimento da comunidade e participação de empresas parceiras. Para aquisição de livros — além de doações, foi criada até mesmo uma moeda própria, o “Amaral” que também é utilizado nas aulas como instrumento das atividades de educação financeira.
    O evento é parte integrante do projeto realizado na escola durante as aulas de Literatura. O trabalho teve o envolvimento de todos desde os estudantes do primeiro ao quinto ano e, ainda, do projeto Educação de Jovens e Adultos (EJA). Também foram convidados e tiveram participação especial, estudantes de outras escolas municipais, estaduais e particulares. Conforme a professora Lúcia Helena Guimarães Pereira — idealizadora do projeto, as ações começaram a serem desenvolvidas nas aulas de Literatura e de Biblioteca.
    Um dos pontos altos do projeto é a criação da moeda “Amaral”. Os alunos recebem o dinheiro a partir do comportamento e de outras ações junto a comunidade. “O trabalho é feito utilizando as cores do semáforo e uma estrelinha. A cor verde marca as boas atitudes, o amarelo é para o aluno que esquece dos deveres e o aluno que, por ventura, tiver um comportamento ruim receberá a cor vermelha. É uma maneira de trabalharmos a disciplina na sala de aula e dentro da escola” completa.  

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