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    14/10/2017 09h35 - Atualizado em 14/10/2017

    The New York Times discute A Força do Querer

    REPRESENTATIVIDADE

    O jornal The New York Times publicou no sábado, 7, uma reportagem sobre a importância da novela A Força do Querer para a representatividade das pessoas trans no Brasil.
    Intitulada Transgender Brazilians Embrace Hit Soap Opera: “Now You Can See Us” (Transgêneros brasileiros abraçam novela de sucesso: “Agora vocês nos veem”, em tradução livre), a matéria entrevista membros da produção da novela, além de Pabllo Vittar e moradores da Casa Nem, que acolhe transexuais, travestis e transgêneros no Rio de Janeiro.
    Além de discutir o enredo da novela, e suas diferenças sociais, criminalidade, segurança pública, folclore, vícios, relações de amor e ódio entre os personagens, o texto ainda traz um atual panorama dos direitos e da atual situação da população LGBT no País. 
    “Enquanto o Brasil desenvolveu uma reputação por políticas sociais inclusivas durante os 13 anos em que foi governado pelo Partido dos Trabalhadores, de esquerda, cujo mandato acabou no ano passado, o País continua em diversos aspectos uma nação muito conservadora, na qual ativistas afirmam que gays e pessoas transgênero enfrentam estigmatização e violência”, escreve a repórter. O texto é assinado por Shannon Sims e explica que a novela atinge um público amplo no Brasil em uma época na qual temas relacionados a gays e transgêneros estão mais em alta por aqui. 
    “A história de Ivan, transmitida logo após o telejornal mais assistido do País, pode ser o retrato positivo mais proeminente de questões trans na cultura pop”, reflete a jornalista.
    Sims descreve como a novela reflete parte do dia a dia de moradores da Casa Nem. Ela traz o exemplo de Letthycia Siqueira, que foi expulsa de casa aos sete anos de idade por se vestir com roupas femininas. “Eu vivi tudo que a novela está mostrando”, disse ela ao jornal. “As pessoas trans passam por dificuldades e enfrentam o preconceito, não importa de que cor ou classe são. Nós todos fomos rejeitados em momentos diferentes”, afirma. 
    Ao fim, a reportagem mostra como a novela deu esperança a Letthycia. “Nós sempre fomos invisíveis”, disse ela com os olhos grudados na televisão. “Pelo menos agora as pessoas têm a chance de abrir o coração. Pelo menos agora vocês nos veem.”
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