• Assine (35) 3529-2750

    Fale Conosco contato@folhadamanha.com.br

    WhatsApp (35) 9 8829-8351

    ÁREA DO
    ASSINANTE
    ESQUECEU SUA SENHA?
    Você receberá em seu e-mai uma nova senha para login.
    

    Assine 35 3529-2750

    Fale Conosco contato@clicfolha.com.br

    WhatsApp 35 9 9956-5000

    
    26/07/2017 08h32 - Atualizado em 26/07/2017

    Quinta Coluna por: Cesar Tadeu

    Cesar Tadeu

    Pró forma: Wagner de Castro nasceu na vizinha Franca/SP, em 27 de julho de 1917, tendo vivido naquela cidade até os cinco anos de idade. Posteriormente, a família Castro (o pai, Mesophante de Oliveira Castro, era dentista, nascido em Delfinópolis; a mãe, América de Castro, era passense) mudou-se para Ribeirão Preto. Depois, São Paulo, onde Wagner começou a desenhar sozinho. Pós- adolescente, decidiu-se dedicar à pintura. Freqüentou a Escola de Belas Artes somente por dois meses, mas não se adaptou aos ensinamentos acadêmicos. Em 1939, Wagner aceitando um convite de Marieta Cintra - a tia Eta - para visitar os avós maternos aqui em Passos, ficou encantado com a cidade. Com a luminosidade do céu da cidade. Não voltou mais. Fixou residência nessa Ardeia em 1944, o que acabou por afastá-lo definitivamente da cena e da produção artística moderna brasilis. Em 1953, foi nomeado professor de Desenho, Trabalhos Manuais e Modelagem para lecionar na Escola Normal Oficial - a atual Escola Estadual Professora Júlia Kubitschek”. Em 1964 Wagner faz sua primeira exposição em São Paulo, em uma Galeria de Arte na rua Augusta. Foi quando conheceu Pietro Maria Bardi, que o convidou para expor no MASP (Wagner fez duas exposições no Museu de Arte de São paulo, que possui obras do artista em seu acervo permanente). Franca, só conheceu a obra de wagner numa expô na Pinacoteca Municipal, em 1980. Em seguida nova exposição no MASP. Em 1983, foi a vez da Galeria de Arte do Teatro Nacional de Brasília conhecer o artista e sua obra. Logo depois, o Museu de Arte da Pampulha. em Belo Horizonte. Por aqui, Wagner se aposenta como professor em 1987, quando passa a dedicar-se integralmente à pintura. Em 1988 doou um conjunto de obras de seu acervo particular para o patrimônio da cidade de Passos, permitindo a criação pela Prefeitura, da Casa da Cultura de Passos, que abriga o “Espaço Artístico Wagner de Castro” (e o Espaço Cultural Francisco Soares de Melo” - mas isso é outra história), que conta hoje com 66 pinturas a óleo sobre eucatex de grandes proporções. Também desde 1989 a Casa da Cultura passa ser o local do atelier de Wagner de Castro. Que, diariamente e por mais de 25 anos, sempre a passos tranqüilos e suaves, cumpria um ritual: das 13 às 17 horas no Espaço Artístico, orientava uma média anual de 10 alunos em aulas de Desenho e Pintura no agora intitulado pelo próprio Wagner, “Atelier Marieta Cintra”. Onde também encontrava disposição para executar novos trabalhos. Até a pouco tempo: Wagner de Castro, cidadão passense, transcedeu-se (de elevar-se acima de) no 23 de abril de 2015.
     No seu primeiro centenário de nascimento, Viva Wagner!
     

    26/07/2017
    8 / 15

    Quinta Coluna por: Cesar Tadeu

  • Matéria exclusiva para assinantes

    Faça já a sua assinatura, tenha o jornal impresso em sua casa ou dê de presente para quem você gosta e ganhe o acesso nas páginas digitais pela internet, ou seja: Versão Impressa + Digital.

    Mais sobre a editoria

    Guia da Cidade
    INCLUA SEU ESTABELECIMENTO

    Assine (35) 3529-2750

    Fale Conosco contato@folhadamanha.com.br

    WhatsApp (35) 9 8829-8351

    © 1984 - 2019 Folha da Manhã. Todos os direitos reservados.
    Desenvolvido por Mediaplus