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    20/04/2017 08h21 - Atualizado em 20/04/2017

    Al Nassr vai à Fifa e quer 10 milhões de euros por saída de Hernane para o Sport

    Globo Esporte

    A contratação do atacante Hernane, em 2015, gera dor de cabeça no Sport. O clube pernambucano terminou envolvido em um imbróglio jurídico na Fifa. O Brocador- que hoje atua no Bahia - move ação milionária contra o Al Nassr, da Arábia Saudita, cobrando salários atrasados e vencimentos que tinha direito até o fim do contrato. A ação já estava para ser julgada na Suíça, mas os árabes lançaram mão de artifício que deve atrasar ainda mais o caso: como o litígio ainda não está resolvido, eles procuraram a Fifa, cobrando ao Leão 10 milhões de euros (R$ 34 milhões) , valor da multa rescisória, por conta da contratação do atleta.
    De acordo com o estatuto da Fifa, se após a entidade máxima do futebol autorizar a rescisão de um jogador (Hernane, no caso) com um clube (Al Nassr) e, posteriormente, esta equipe for vencedora no litígio judicial que ficou em aberto, o seu novo empregador (Sport) se encarrega de pagar a multa rescisória para o antigo clube.
    Para entender melhor, é preciso voltar a 2015, no momento da contratação de Hernane pelo Leão. Na ocasião, o Brocador chegou ao Recife após "abandonar" o Al Nassr, que estava devendo salários. Até que fosse liberado para atuar, o jogador ficou quase três meses apenas treinando no Recife. Apesar de ter jogado pelo Sport e de já ter sido negociado, depois, para o Bahia, o caso dos salários atrasados ainda não tem sentença na Fifa. Assim, o clube saudita entende que, quando assinou com o Sport, Hernane ainda era atleta do Al Nassr. Ou seja: para alguém contratá-lo, como o Leão fez, precisaria pagar a multa rescisória.
    - O Al Nassr procurou a Fifa afirmando que o Sport contratou Hernane de forma ilegal e notificou o clube, tentando processar. Mas, no momento, a Fifa não está processando o Sport. Ela apenas pediu para que apresentasse sua versão do fato - afirmou.
    Barros lembrou que, à época da contratação, os direitos de Hernane pertenciam ao Mirassol, clube usado por empresários para registrar atletas em São Paulo. Desta forma, em sua visão, o Sport dificilmente seria atingido nessa situação.
    A medida do Al Nassr parece muito mais nova tentativa de adiar a decisão do caso. Como o Sport terá que se defender, tudo indica que o julgamento da dívida do clube árabe com Hernane, que estava prestes a acontecer, seja retardado.


    FLAMENGO
    Além de Hernane, o Flamengo também move ação de cobrança contra o Al Nassr, da Arábia Saudita. Vendido em 2014, o clube carioca não recebeu nada pelo jogador. Com juros e multas do julgamento na Corte Arbitral do Esporte (CAS, na sigla em inglês), o Flamengo deve ter direito a receber cerca de € 6 milhões (aproximadamente R$ 20 milhões) da venda do jogador - o Rubro-Negro carioca venceu nas duas instâncias os árabes, que não pagaram o Flamengo. O caso vai para o Comitê Disciplinar da Fifa.
     

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