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    18/01/2017 19h36 - Atualizado em 18/01/2017

    Ronaldinho discutiu mais produtividade e menos marketing

    Napoleão de Almeida - Uol Esportes
    Ronaldinho ainda estuda o que far em 2017
    Ronaldinho ainda estuda o que fará em 2017

    Ronaldinho – representado pelo irmão e empresário Assis – recebeu no final de tarde desta terça-feira (18) representantes do Coritiba para uma primeira conversa sobre a possibilidade do meia se juntar ao time paranaense na temporada 2017. O presidente coxa-branca Rogério Bacellar e o diretor de relações internacionais do clube (e amigo de Ronaldinho) Juliano Belletti, estiveram na casa de Assis, no Rio de Janeiro, para apresentar um projeto para o jogador, mas acabaram ouvindo algo um pouco diferente do que esperavam.

    "Eles ficaram de nos apresentar um projeto similar ao que foi feito no Atlético Mineiro", disse o vice-presidente do Coritiba José Fernando Macedo. Em contato com a reportagem, Assis disse que a conversa foi amistosa e apenas para sondagem do interesse do meia-campista, sem aprofundar ainda os termos de uma possível contratação. "Ficamos de falar mais para frente", resumiu.

    No Atlético-MG, Ronaldinho assinou um contrato por produtividade. Ele chegou ao Atlético-MG em 2012 em situação similar à do Coritiba: com calendário restrito, eliminado da Copa do Brasil, a disputar apenas o Brasileirão. O Coxa não se classificou para a Copa Sul-Americana em 2017 e terá pela frente o Paranaense, a Copa do Brasil e a competição nacional de pontos corridos. Em 34 jogos pelo Galo, marcou 10 gols e ajudou o time de Minas Gerais a ser vice-campeão nacional, se classificando para a Libertadores do ano seguinte, quando seria campeão. Ao todo, foram 85 jogos pelo time mineiro, com 27 gols e 29 assistências.

    O salário fixo de Ronaldinho era de cerca de R$ 300 mil à época, mas com bonificações por gols e assistências, chegou a faturar R$ 900 mil por mês. Além disso, como também consta na proposta planejada pelo Coritiba, faturou comissão com a venda de camisas, um acréscimo de R$ 160 mil por 4% sobre o valor total. Além disso, teria direito à premiações cujos valores não foram divulgados pelos títulos da Libertadores, Mineiro e Recopa Sul-Americana. Em agosto de 2016, Ronaldinho entrou com uma ação na Justiça do Trabalho de Minas Gerais para receber R$ 300 mil que teriam ficado pendentes ao final do contrato.

    A proposta elaborada pelo Coritiba daria R$ 300 mil mensais ao jogador, mais bonificações por acréscimo em tudo que exceder os atuais padrões de venda do clube em bilheteria (média de 9.711 em 2016), número de sócios (atualmente, cerca de 14 mil em dia), venda de camisas e de espaços publicitários.

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